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30/06/2010 13h34 | Atualizada em 30/06/2010 17h01
O cenário econômico positivo na América Latina tem levado o Grupo Bosch a prever boas expectativas de negócios para este ano. De acordo com Andreas Nobis, presidente da Robert Bosch na região, a empresa deve chegar a um crescimento da ordem de 13% a 15% ao fim deste ano.
No entanto, mesmo com o cenário favorável, as vendas apenas atingirão os níveis anteriores à crise econômica mundial em 2011, disse o executivo. No ano passado, a crise econômica afetou os negócios da empresa. Considerando os três os setores em atua: automotivo, tecnologia industrial e bens de consumo e construção, a Bosch teve um faturamento líquido 22% menor, totalizando R$ 4,3 bil
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O cenário econômico positivo na América Latina tem levado o Grupo Bosch a prever boas expectativas de negócios para este ano. De acordo com Andreas Nobis, presidente da Robert Bosch na região, a empresa deve chegar a um crescimento da ordem de 13% a 15% ao fim deste ano.
No entanto, mesmo com o cenário favorável, as vendas apenas atingirão os níveis anteriores à crise econômica mundial em 2011, disse o executivo. No ano passado, a crise econômica afetou os negócios da empresa. Considerando os três os setores em atua: automotivo, tecnologia industrial e bens de consumo e construção, a Bosch teve um faturamento líquido 22% menor, totalizando R$ 4,3 bilhões.
Especificamente no Brasil, onde a Bosch tem a sua principal presença na América latina, o faturamento do Grupo caiu 20% no ano passado, ficando na casa dos R$ 3,8 bilhões, principalmente por causa da queda nas exportações.
“Em 2010, o volume de exportação deve continuar baixo devido ao custo Brasil e à valorização do real frente ao dólar”, apontou Nobis.
Crescimento
Focada na expansão regional e na diversificação dos seus negócios na região, a Bosch passa a ser representada na Bolívia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Jamaica, Nicarágua, República Dominicana, e Paraguai.
Atualmente, o setor automotivo representa 73% do faturamento do Grupo na região. “Queremos manter e até aumentar a nossa participação no segmento automotivo, porém, estamos focados em ampliar os negócios nas áreas de bens de consumo e construção e tecnologia industrial”, conta o executivo.
A perspectiva da Bosch para o mercado brasileiro, por exemplo, é que a divisão de ferramentas elétricas cresça 20% no Brasil. Neste ano, a marca lançará 150 novos produtos entre ferramentas e acessórios voltados para os segmentos da construção civil, industrial, profissionais autônomos e hobbistas (faça você mesmo).
Para esse ano, a empresa prevê investimentos da ordem de R$ 45 milhões em ativos fixos no Brasil, que incluem, por exemplo, a modernização e ampliação da capacidade produtiva de algumas linhas de componentes automotivos, entre eles, bomba de combustível e corpo de borboleta para o s istema Flex Fuel.
A Bosch afirma que manterá a mesma porcentagem aplicada em 2009 – 4% do faturamento do Grupo no País - em pesquisa e desenvolvimento. O principal foco serão as tecnologias que contribuem para a conservação e proteção do meio ambiente, tais como: sistemas bi-combustíveis para veículos diesel e o Eco Starter, motor de partida utilizado no Start/Stop - sistema que desliga o motor automaticamente quando o veículo está parado por longo período, como no congestionamento urbano, por exemplo.
Foto: Divulgação
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