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16 de novembro de 2010
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Gestão Pública

BR 101: trecho entre Bahia e Sergipe será duplicado

Está em andamento a licitação da BR 101, no trecho que vai da divisa com Sergipe até a rodovia estadual BA-084 (acesso a Conceição do Jacuípe). A concorrência do tipo “menor preço” está dividida em quatro lotes de obras, que têm custo estimado em R$ 728,7 milhões. No total serão duplicados 165 km da rodovia e os contratos prevêm prazo de 18 meses para conclusão dos trabalhos.

A nova pista será construída em pavimento rígido (concreto), garantindo mais tempo de vida útil para a via. A tecnologia já é empregada no segmento em obras no Nordeste. O projeto de adequação de capacidade inclui a restauração da pista antiga, bem como a construção e alargamento de pontes em todo percurso. Também estão previstos acessos mais seguros às rodovias estaduais que ligam a BR-101 a municípios como Jandaíra, Esplanada, Entre Rios, Alagoinhas e Teodoro Sampaio.

O trecho entre os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco (até Palmares) tem obras em fase final e deve ser entregue até dezembro deste ano. Já a duplicação do trecho entre Pernambuco (Palmares), Alagoas e Sergipe será concluída em 2012. Sob a responsabilidade do DNIT, serão duplicados 249 km em Alagoas e 153 km em Sergipe. As obras, que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC, devem ser concluídas em dois anos.

A BR-101 é um grande eixo de integração nacional Norte-Sul, interligando as capitais dos estados nordestinos da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, e estas às regiões Sudeste e Sul. Até o final do ano, o DNIT deve concluir a duplicação da BR-101 nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco (de Natal/RN a Palmares/PE). Além destes trechos, há ainda um trecho de 165 km na Bahia e o trecho de 25 km entre Palmares (Pernambuco) e a divisa com Alagoas, que serão licitados nos próximos meses. O objetivo é cumprir o plano do Governo Federal de adequar a capacidade da rodovia em todo o Nordeste em três anos.

A nova pista em duplicação será construída em pavimento rígido (concreto), garantindo mais tempo de vida útil para a via. A tecnologia já é empregada no segmento em obras no Nordeste. O projeto de adequação de capacidade inclui também a restauração da pista antiga, a construção e alargamento de pontes em todo percurso. A rodovia ganhará também acessos mais seguros às usinas de açúcar e viadutos nos principais cruzamentos com outras


Está em andamento a licitação da BR 101, no trecho que vai da divisa com Sergipe até a rodovia estadual BA-084 (acesso a Conceição do Jacuípe). A concorrência do tipo “menor preço” está dividida em quatro lotes de obras, que têm custo estimado em R$ 728,7 milhões. No total serão duplicados 165 km da rodovia e os contratos prevêm prazo de 18 meses para conclusão dos trabalhos.

A nova pista será construída em pavimento rígido (concreto), garantindo mais tempo de vida útil para a via. A tecnologia já é empregada no segmento em obras no Nordeste. O projeto de adequação de capacidade inclui a restauração da pista antiga, bem como a construção e alargamento de pontes em todo percurso. Também estão previstos acessos mais seguros às rodovias estaduais que ligam a BR-101 a municípios como Jandaíra, Esplanada, Entre Rios, Alagoinhas e Teodoro Sampaio.

O trecho entre os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco (até Palmares) tem obras em fase final e deve ser entregue até dezembro deste ano. Já a duplicação do trecho entre Pernambuco (Palmares), Alagoas e Sergipe será concluída em 2012. Sob a responsabilidade do DNIT, serão duplicados 249 km em Alagoas e 153 km em Sergipe. As obras, que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC, devem ser concluídas em dois anos.

A BR-101 é um grande eixo de integração nacional Norte-Sul, interligando as capitais dos estados nordestinos da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, e estas às regiões Sudeste e Sul. Até o final do ano, o DNIT deve concluir a duplicação da BR-101 nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco (de Natal/RN a Palmares/PE). Além destes trechos, há ainda um trecho de 165 km na Bahia e o trecho de 25 km entre Palmares (Pernambuco) e a divisa com Alagoas, que serão licitados nos próximos meses. O objetivo é cumprir o plano do Governo Federal de adequar a capacidade da rodovia em todo o Nordeste em três anos.

A nova pista em duplicação será construída em pavimento rígido (concreto), garantindo mais tempo de vida útil para a via. A tecnologia já é empregada no segmento em obras no Nordeste. O projeto de adequação de capacidade inclui também a restauração da pista antiga, a construção e alargamento de pontes em todo percurso. A rodovia ganhará também acessos mais seguros às usinas de açúcar e viadutos nos principais cruzamentos com outras rodovias.

Dentro do processo de licenciamento ambiental, está incluída no projeto a construção de acessos a municípios e usinas de açúcar na região. Serão construídos também novos viadutos nas interseções com outras rodovias, entre outras medidas para tornar a rodovia mais moderna e segura. O DNIT também mantém convênio com a Universidade Federal de Pernambuco para proteger os sítios arqueológicos localizados nas margens da rodovia. Em Alagoas, já foram identificados 25 locais e ocorrências arqueológicas históricas e pré-históricas. Tudo será registrado e catalogado, e o material será recolhido antes do início das obras.

Ulma fornece sistema para obra da Via Portuária, na Bahia
A Via Portuária, umas principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no estado da Bahia, contou com o sistema Ulma Estrutura MK, que evitou o uso de guindastes. O Sistema minimizou o tempo entre as concretagens e eliminou o uso de guindastes para movimentar o escoramento e a fôrma, entre o trecho previamente concretado e a nova área a concretar. Aliado a grande versatilidade, o sistema ofereceu todos os elementos de segurança para que os trabalhadores pudessem executar as tarefas dentro das normas brasileiras.

A obra ligará a BR-324 ao porto de Salvador, sendo composta por vários viadutos com alta complexidade de construção, devido às grandes interferências de tráfego, avenidas e estradas de uma grande cidade. Foi elaborado um projeto que possibilitou a execução da fôrma, apoiando o escoramento diretamente na estrutura metálica da ponte e nele pendurando a fôrma. O processo mais tradicional de executar esse tipo de solução é fazer o escoramento apoiado no chão, o que causa muita mão de obra de montagem (alturas maiores que 20 metros) e muita interferência no transito local.

De acordo com Fernando Rodrigues dos Santos, Diretor Técnico da Ulma, o principal desafio foi executar a concretagem das abas de concreto do viaduto 16 sem causar transtornos ao tráfego e com a agilidade necessária à obra. “O viaduto possui uma extensão de 260 m e foi projetado em uma estrutura mista – formada por componentes metálicos e de concreto –, que passa por cima de uma rodovia e de áreas com muitos desníveis”, afirmou.

O Sistema MK é indicado para a realização de estruturas de grande capacidade de carga. Sua principal característica é a versatilidade, podendo ser configurado em diversas estruturas, sejam elas para realização de pórticos, estruturas tipo carro, ou túneis, para suporte de cargas de escoramento pesado, fôrmas horizontais ou verticais, consoles de trepagem e estruturas similares.

O elemento comum para todas as soluções é a viga chamada Riostra MK. Seu elaborado desenho, junto a uma combinação adequada de acessórios da ULMA, proporciona ao sistema MK a capacidade de abordar todas as configurações mencionadas anteriormente.

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