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02 de março de 2010
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Petóleo e gás

Aumentando a capacidade, de olho no pré-sal

Atualmente, a unidade de Construção Offshore da UTC em Niterói tem capacidade instalada para produzir 14 módulos simultaneamente. Para aumentar essa capacidade, com o objetivo de chegar ao final de 2010 produzindo 20 módulos simultaneamente, a UTC está implementando um grande programa de expansão que envolve investimentos superiores a R$ 12 milhões. O programa é continuidade de um plano de investimentos mais amplo, que já direcionou para a base de Niterói um volume de investimentos dez aproximadamente R$ 40 milhões, nos últimos quatro anos.

De acordo com Mauro Lopes Cruz, líder operacional de Contratos da UTC, a proposta é criar as condições necessárias para atender ao crescimento da demanda por equipamentos para a cadeia produtiva de petróleo e gás no Brasil, estimulada pelas atividades na província do pré-sal. O programa de investimentos possibilitará o aumento da capacidade produtiva da unidade, localizada numa párea de 112.000 m², por meio de ampliação da área física, da aquisição de equipamentos de última geração e capacitação da mão de obra.

Para o crescimento da infrestrutura, a UTC adquiriu um terreno ao lado das instalações atuais, com 30 mil m², onde existia uma fábrica de sardinha em lata, desativada. Com o aterro que agregou outros 12 mil m² à base, em 2006, haverá um incremento de 70% da área de montagem, que alcançará 36 mil m². Esse projeto permitirá um incremento da área fabril em cerca de 30%, possibilitando um aumento da capacidade produtiva de 220 t/mês para 400 t/mês.

O ponto principal do novo lay out é a construção de uma nova fábrica de tubulações, cujas obras estão em andamento. A atual oficina, que ocupa um galpão de 2.400 m², será transferida para a nova fábrica, que terá uma área construída de 3.000 m², destinada à fabricação das tubulações e estruturas metálicas de pequeno porte. Será destinada uma área de 1.000 m² para serviços de pintura; e outra de aproximadamente 10.000 m² para a estocagem.

A desativação da oficina atual permitirá a liberação dessa área para a montagem de grandes estruturas e módulos.

Com os novos equipamentos, cuja aquisição está programada, será possível executar todo tipo de fabricação de estruturas, em qualquer tipo de aço, com mais agilidade, confiabilidade e segurança. A estimativa é encurtar os prazos de execução de módulos em cerca de 10% e reduzir custos em torno de 30%.


Atualmente, a unidade de Construção Offshore da UTC em Niterói tem capacidade instalada para produzir 14 módulos simultaneamente. Para aumentar essa capacidade, com o objetivo de chegar ao final de 2010 produzindo 20 módulos simultaneamente, a UTC está implementando um grande programa de expansão que envolve investimentos superiores a R$ 12 milhões. O programa é continuidade de um plano de investimentos mais amplo, que já direcionou para a base de Niterói um volume de investimentos dez aproximadamente R$ 40 milhões, nos últimos quatro anos.

De acordo com Mauro Lopes Cruz, líder operacional de Contratos da UTC, a proposta é criar as condições necessárias para atender ao crescimento da demanda por equipamentos para a cadeia produtiva de petróleo e gás no Brasil, estimulada pelas atividades na província do pré-sal. O programa de investimentos possibilitará o aumento da capacidade produtiva da unidade, localizada numa párea de 112.000 m², por meio de ampliação da área física, da aquisição de equipamentos de última geração e capacitação da mão de obra.

Para o crescimento da infrestrutura, a UTC adquiriu um terreno ao lado das instalações atuais, com 30 mil m², onde existia uma fábrica de sardinha em lata, desativada. Com o aterro que agregou outros 12 mil m² à base, em 2006, haverá um incremento de 70% da área de montagem, que alcançará 36 mil m². Esse projeto permitirá um incremento da área fabril em cerca de 30%, possibilitando um aumento da capacidade produtiva de 220 t/mês para 400 t/mês.

O ponto principal do novo lay out é a construção de uma nova fábrica de tubulações, cujas obras estão em andamento. A atual oficina, que ocupa um galpão de 2.400 m², será transferida para a nova fábrica, que terá uma área construída de 3.000 m², destinada à fabricação das tubulações e estruturas metálicas de pequeno porte. Será destinada uma área de 1.000 m² para serviços de pintura; e outra de aproximadamente 10.000 m² para a estocagem.

A desativação da oficina atual permitirá a liberação dessa área para a montagem de grandes estruturas e módulos.

Com os novos equipamentos, cuja aquisição está programada, será possível executar todo tipo de fabricação de estruturas, em qualquer tipo de aço, com mais agilidade, confiabilidade e segurança. A estimativa é encurtar os prazos de execução de módulos em cerca de 10% e reduzir custos em torno de 30%. Serão adquiridas seis pontes rolantes, duas das quais de maior capacidade, podendo içar blocos de até 350 t; máquinas de corte semi-automáticas, com capacidade de corte de tubulações com 24 polegadas de diâmetro; e equipamentos automáticos e semi-automáticos de soldagem.

Na unidade de Niterói já está operando uma recém-comprada máquina de pintura para jatos automatizada, que elevou a capacidade da unidade de pintura para a produção de 400 t/mês.

Nas instalações há ainda um escritório de engenharia dimensionado para 100 projetistas, desenhistas e engenheiros, além de um setor de suprimentos.

Em sua estrutura, a base já conta com um cais com 7 metros de calado e um entreposto aduaneiro, para recebimento de equipamentos importados. Reconhecida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), essa área portuária está certificada junto à Receita Federal desde 2006, mas só começou a operar a partir das demandas das plataformas. “Este é um grande diferencial da empresa e da própria base no mercado de construção offshore” garante Mauro Lopes Cruz.

Entre os contratos de grande porte, para o setor de petróleo e gás, a unidade tem em andamento os das montagens das plataformas P-55, do tipo semis-submersível, em regime de EPC, tendo como cliente a Petrobras; e da P-57, do tipo FPSO, como subcontratada da Single Buoy Mooring (SBM). Ambas terão capacidade para produzir 180 mil barris diários.

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