Energia
DCI
18/08/2011 15h30 | Atualizada em 18/08/2011 19h08
Um oleoduto da Royal Dutch Shell que está vazando no Mar do Norte ainda tem 660 toneladas de petróleo, informou a empresa anglo-holandesa ontem, ao explicar que os esforços para interromper o derrame relativamente pequeno de petróleo estão levando um tempo mais longo que o previsto. A empresa disse que o vazamento poderá chegar às águas territoriais da Noruega
A Shell tem tentado interromper o vazamento da sua plataforma Gannet Alpha nos últimos sete dias, em meio a crescentes críticas sobre a sua falta de transparência com o problema. A plataforma fica no meio do Mar do Norte, perto da fronteira marítima da Grã-Bretanha com a Noruega.
A Shell estima que ao redor de 216 toneladas de petróleo - ou 1 300 barris - tenham vaz
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Um oleoduto da Royal Dutch Shell que está vazando no Mar do Norte ainda tem 660 toneladas de petróleo, informou a empresa anglo-holandesa ontem, ao explicar que os esforços para interromper o derrame relativamente pequeno de petróleo estão levando um tempo mais longo que o previsto. A empresa disse que o vazamento poderá chegar às águas territoriais da Noruega
A Shell tem tentado interromper o vazamento da sua plataforma Gannet Alpha nos últimos sete dias, em meio a crescentes críticas sobre a sua falta de transparência com o problema. A plataforma fica no meio do Mar do Norte, perto da fronteira marítima da Grã-Bretanha com a Noruega.
A Shell estima que ao redor de 216 toneladas de petróleo - ou 1 300 barris - tenham vazado da plataforma Gannet Alpha desde a semana passada. Até o final da tarde de ontem, o petróleo continuava a vazar, embora em quantidade inferior a um barril por dia. A Shell recusou-se a dizer quanto tempo levará para finalmente interromper o vazamento.
"Eu preciso ressaltar a necessidade de fazer avaliações detalhadas de risco e garantir que qualquer trabalho considerado seja seguro", disse Glen Cayley, diretor-técnico das atividades de exploração e produção da Shell na Europa, que falou junto a representantes do governo britânico.
O secretário de Meio Ambiente da Escócia, Richard Lochhead, disse ontem que a Shell está consciente da necessidade de se comunicar melhor sobre o que aconteceu e sobre o que faz para enfrentar o vazamento.
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