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Vale vê Ásia sustentar setor siderúrgico

A Ásia levanta sua infraestrutura enquanto as siderúrgicas do Ocidente estão estagnadas

Reuters

29/11/2011 09h26 | Atualizada em 29/11/2011 12h31


O minério de ferro irá continuar no intervalo de 120 a 180 dólares por tonelada no curto prazo, enquanto a China, um vetor de crescimento do consumo de aço da Ásia, refreia sua economia em face das ameaças inflacionárias, afirmou um executivo da gigante mineradora Vale.

Mas é esperado um crescimento para o mercado do ingrediente chave para a produção de aço, à medida que a Ásia levanta sua infraestrutura e as siderúrgicas do Ocidente estão estagnadas, disse à Reuters o diretor de Minério de Ferro e Estratégia da Vale, José Carlos Martins.

"Para a maior parte deste ano, o preço foi de cerca de 180 dólares", ele disse. "Eu não acredito que no próximo ano o preço

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O minério de ferro irá continuar no intervalo de 120 a 180 dólares por tonelada no curto prazo, enquanto a China, um vetor de crescimento do consumo de aço da Ásia, refreia sua economia em face das ameaças inflacionárias, afirmou um executivo da gigante mineradora Vale.

Mas é esperado um crescimento para o mercado do ingrediente chave para a produção de aço, à medida que a Ásia levanta sua infraestrutura e as siderúrgicas do Ocidente estão estagnadas, disse à Reuters o diretor de Minério de Ferro e Estratégia da Vale, José Carlos Martins.

"Para a maior parte deste ano, o preço foi de cerca de 180 dólares", ele disse. "Eu não acredito que no próximo ano o preço ficará acima de 180 dólares ou abaixo de 120. O cenário é de moderado a bom".

Mais cedo, a Vale reduziu seu orçamento de gastos de capital para 2012 em 11 por cento e adiou o seu maior projeto de minério de ferro por dois anos diante da queda dos preços de commodities e atrasos ambientais.

"Na Europa e América, no mundo ocidental, o mercado está meio que estagnado. A produção de aço no mundo ocidental está 15 a 20 por cento abaixo do nível pré-crise. Então, o mercado ocidental nunca se recuperou", disse Martins, notando que houve uma nova rodada de moderação financeira, "o que não é bom para o consumo de aço porque está muito relacionado à construção e à infraestrutura".

 

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