Mineração
Webtranspo
22/06/2010 13h40 | Atualizada em 22/06/2010 18h42
Um mega empreendimento. Desta forma pode ser considerada a mais nova indústria siderúrgica do País, inaugurada na última sexta-feira, 18, no Rio de Janeiro. Juntos, o Grupo ThyssenKrupp Stell e a Vale investiram US$ 8,2 bilhões na ThyssenKrupp CSA Siderúrgica do Atlântico, que promete elevar em 40% as exportações brasileiras de aço.
Localizada na zona oeste do Estado Fluminense, próximo ao Porto de Sepetiba, a TKCSA tem capacidade anual de produção de cinco milhões de placas de aço, volume que atenderá a demanda externa das montadoras de veículos e fabricantes de aparelhos da linha branca, como fogões e geladeiras.
“Trata-se do maior inves
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Um mega empreendimento. Desta forma pode ser considerada a mais nova indústria siderúrgica do País, inaugurada na última sexta-feira, 18, no Rio de Janeiro. Juntos, o Grupo ThyssenKrupp Stell e a Vale investiram US$ 8,2 bilhões na ThyssenKrupp CSA Siderúrgica do Atlântico, que promete elevar em 40% as exportações brasileiras de aço.
Localizada na zona oeste do Estado Fluminense, próximo ao Porto de Sepetiba, a TKCSA tem capacidade anual de produção de cinco milhões de placas de aço, volume que atenderá a demanda externa das montadoras de veículos e fabricantes de aparelhos da linha branca, como fogões e geladeiras.
“Trata-se do maior investimento privado realizado no Brasil nos últimos 15 anos. O nosso papel é fomentar o crescimento da produção siderúrgica no Brasil, gerando riqueza e desenvolvimento sustentável. A TKCSA é a concretização disso", afirmou Roger Agnelli, diretor-presidente da Vale.
Na cerimônia de inauguração, que contou com as presenças de autoridades empresariais e políticas, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Agnelli revelou que a ThyssenKrupp Steel, maior produtor de aço da Alemanha, tem participação de 73,13% no negócio e a Vale 26,87%.
A companhia brasileira será responsável pelo fornecimento do minério de ferro que será utilizado pelo complexo siderúrgico, por meio de um contrato de 15 anos com a ThyssenKrupp. Segundo a empresa, este é o contrato de maior duração já firmado pela mineradora.
Para a instalação da siderúrgica no Rio de Janeiro, as empresas levaram em consideração alguns aspectos importantes como futuras vantagens logísticas para o escoamento da produção, uma vez que a indústria foi construída próximo a ferrovias e o porto de Sepetiba.
A construção do complexo siderúrgico – que durou quatro anos - envolveu um total de 30 mil trabalhadores. Durante a fase de implantação, as compras de produtos e serviços no Brasil atingiram, até maio deste ano, R$ 10 bilhões, sendo mais de R$ 5 bilhões somente no Estado do Rio de Janeiro.
"As modernas instalações são motivo de orgulho porque concretizam nossos princípios, como a busca pela inovação tecnológica a serviço da produção eficiente com respeito à comunidade e ao meio ambiente", afirmou Ekkehard Schulz, CEO da ThyssenKrupp.
A nova siderúrgica já se transformou em um novo polo de desenvolvimento regional. "A economia local continuará sendo prioridade nas aquisições de produtos e serviços durante a fase operacional, estimadas em R$ 250 milhões anuais", afirma Schulz.
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