Energia
Jornal da Energia
28/05/2012 10h39 | Atualizada em 28/05/2012 14h47
Dentro de alguns anos, São Paulo espera ver a participação das fontes renováveis saltar de 51% para 69% na composição de sua matriz energética. O objetivo consta do novo Plano Estadual de Energia. A proposta completa ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Estadual de Política Energética (CEPE), o que pode ocorrer na segunda quinzena de junho, de acordo com informações da Secretaria de Energia do governo estadual.
Uma das intenções do plano é ampliar a geração de energia por meio da cana-de-açucar, conforme sinalizou o secretário da pasta, José Aníbal. “Para atingir essa meta, a energia gerada a partir do bagaço de cana precisa crescer dos atuais 33,5% para 46%”, cal
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Dentro de alguns anos, São Paulo espera ver a participação das fontes renováveis saltar de 51% para 69% na composição de sua matriz energética. O objetivo consta do novo Plano Estadual de Energia. A proposta completa ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Estadual de Política Energética (CEPE), o que pode ocorrer na segunda quinzena de junho, de acordo com informações da Secretaria de Energia do governo estadual.
Uma das intenções do plano é ampliar a geração de energia por meio da cana-de-açucar, conforme sinalizou o secretário da pasta, José Aníbal. “Para atingir essa meta, a energia gerada a partir do bagaço de cana precisa crescer dos atuais 33,5% para 46%”, calculou o dirigente. Aníbal disse que “a expectativa ambiciosa é de chegar a uma Itaipu de energia cogerada até 2020”. O secretário abordou o assunto durante evento que comemorou os 25 anos da bioeletricidade no País.
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