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Shell pode elevar produção no Parque das Conchas em 40 mil barris

Valor Online

29/11/2011 15h40


O presidente da Shell no Brasil, André Araújo, afirmou que a companhia planeja acrescentar a produção de 30 a 40 mil barris de petróleo por dia no Parque das Conchas - localizado no bloco BC-10, na Bacia de Campos, a mais de 100 quilômetros da costa do Espírito Santo - em 2013.

De acordo com ele, em outubro do ano passado, foi aprovado um investimento na região para o desenvolvimento de novas áreas.

“O Brasil é hoje um dos países mais estratégicos para o Grupo Shell”, afirmou Araújo. O executivo disse que gostaria que a 11ª Rodada de licitação de blocos exploratórios, da Agência Nacional do Petróleo (ANP), já tivesse acontecido. A expectativa, segundo ele, é que a próxima rodada aconteça em 2012.

Desde 1998, a She

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O presidente da Shell no Brasil, André Araújo, afirmou que a companhia planeja acrescentar a produção de 30 a 40 mil barris de petróleo por dia no Parque das Conchas - localizado no bloco BC-10, na Bacia de Campos, a mais de 100 quilômetros da costa do Espírito Santo - em 2013.

De acordo com ele, em outubro do ano passado, foi aprovado um investimento na região para o desenvolvimento de novas áreas.

“O Brasil é hoje um dos países mais estratégicos para o Grupo Shell”, afirmou Araújo. O executivo disse que gostaria que a 11ª Rodada de licitação de blocos exploratórios, da Agência Nacional do Petróleo (ANP), já tivesse acontecido. A expectativa, segundo ele, é que a próxima rodada aconteça em 2012.

Desde 1998, a Shell investiu mais de US$ 3 bilhões no país nas atividades de exploração e produção. No mundo, a companhia investe cerca de US$ 30 bilhões por ano.

O presidente da Shell lamentou o vazamento de óleo no campo de Frade, na bacia de Campos, litoral do Rio de Janeiro. Segundo Araújo, para a Shell, qualquer vazamento, de qualquer tamanho, deve ser tratado de forma muito cuidadosa. Araújo discorda que a indústria esteja despreparada para atuar na exploração do petróleo em águas ultraprofundas e acredita que as empresas que atuam no setor já têm muita experiência.

“A indústria já vem operando em águas profundas e no pré-sal há muito tempo. A Shell já trabalha no pré-sal há mais de 40 anos, em diversos lugares do mundo”, disse. No entanto, Araújo pondera que os desafios das perfurações trazem incertezas, “mas essas incertezas são trabalhadas com estudos na área de mitigação e riscos”, completou.

 

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