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06 de janeiro de 2022
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Saint-Gobain alcança crescimento recorde no Brasil, superior a R$ 15 bi

Grupo francês registrou alta de 40% no faturamento, em 2021, e estima mais 15% para este ano no mercado brasileiro
Fonte: Valor Econômico

O grupo francês Saint-Gobain, gigante na indústria de materiais de construção, conseguiu passar bem pela crise pandêmica da Covid-19 no Brasil, que responde por dois terços da sua receita e resultados na America Latina. Informa que fecha 2021 com aumento de 40% no faturamento, depois de ter crescido 20% no ano anterior, mais castigado pelo impacto mundial do coronavírus.

Não havia melhor momento para o espanhol Javier Gimeno assumir o comando das operações no país e na região. A multinacional fechou o ano com faturamento recorde no Brasil, superior a R$ 15 bilhões, e prevê um desempenho positivo de 15% para 2022 sobre o resultado do ano passado. “Crescemos com rentabilidade”, disse Gimeno atribuindo grande parte disso à demanda por produtos para construção civil.

A construção responde por dois terços dos negócios da companhia francesa no Brasil. O grupo prevê aumentar as vendas para o setor apesar da desaceleração do crescimento de vendas de imóveis residenciais para a classe média, que tende a se refletir em redução dos lançamentos por incorporadoras.

Para o executivo, há expectativa de continuidade da demanda do varejo para atender aos consumidores que pretendem reformar suas casas. “E as empresas vão investir na r...


O grupo francês Saint-Gobain, gigante na indústria de materiais de construção, conseguiu passar bem pela crise pandêmica da Covid-19 no Brasil, que responde por dois terços da sua receita e resultados na America Latina. Informa que fecha 2021 com aumento de 40% no faturamento, depois de ter crescido 20% no ano anterior, mais castigado pelo impacto mundial do coronavírus.

Não havia melhor momento para o espanhol Javier Gimeno assumir o comando das operações no país e na região. A multinacional fechou o ano com faturamento recorde no Brasil, superior a R$ 15 bilhões, e prevê um desempenho positivo de 15% para 2022 sobre o resultado do ano passado. “Crescemos com rentabilidade”, disse Gimeno atribuindo grande parte disso à demanda por produtos para construção civil.

A construção responde por dois terços dos negócios da companhia francesa no Brasil. O grupo prevê aumentar as vendas para o setor apesar da desaceleração do crescimento de vendas de imóveis residenciais para a classe média, que tende a se refletir em redução dos lançamentos por incorporadoras.

Para o executivo, há expectativa de continuidade da demanda do varejo para atender aos consumidores que pretendem reformar suas casas. “E as empresas vão investir na renovação dos escritórios, para que os espaços sejam mais saudáveis”, disse Gimeno, que chegou ao país em julho.

Segundo o executivo, este ano tende a ser “muito melhor” do que 2021 no que diz respeito a vendas para obras de infraestrutura, cujos investimentos voltarão a crescer devido às concessões de saneamento e outros setores.

No negócio de construção, o grupo atua com Brasilit (telhas de fibrocimento e soluções de construção à seco), Quartzolit (rejuntamentos e argamassas e impermeabilizantes), Placo do Brasil (drywall), Pam (tubos, conexões e válvulas), Isover (soluções de isolação termoacústica e em lã de vidro) e Saint-Gobain Glass, Cebrace e Sekurit (vidros planos).

Em seguida, nos negócios do grupo, está o setor automotivo, com 20% de participação. O restante se divide em outros segmentos, como o de saúde, no qual a Saint-Gobain atua na produção de tubos para o setor médico. As vendas desse segmento tiveram forte expansão desde o início da pandemia de covid-19.

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