Energia
Correio do Povo - RS
07/02/2011 11h33 | Atualizada em 07/02/2011 13h33
O impacto econômico do pré-sal não se limita ao Brasil. Uruguai e Argentina se preparam para também tirar proveito da riqueza vizinha. Segundo Felipe Ferreira Silva, sócio no Rio Grande do Sul e responsável nacional pelo setor naval e portuário do escritório de advocacia Emerenciano, Baggio e Associados, há tratativas com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para que a expressão "fornecimento nacional" seja substituída por "fornecimento regional", para incluir os países do Mercosul na promissora carteira de negócios das indústrias naval e de petróleo e gás do Brasil.
Petróleo uruguaio
Felipe Ferreira Silva ressalta que o Uruguai também oferece oportunidades. Uma licitação em curso n


O impacto econômico do pré-sal não se limita ao Brasil. Uruguai e Argentina se preparam para também tirar proveito da riqueza vizinha. Segundo Felipe Ferreira Silva, sócio no Rio Grande do Sul e responsável nacional pelo setor naval e portuário do escritório de advocacia Emerenciano, Baggio e Associados, há tratativas com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para que a expressão "fornecimento nacional" seja substituída por "fornecimento regional", para incluir os países do Mercosul na promissora carteira de negócios das indústrias naval e de petróleo e gás do Brasil.
Petróleo uruguaio
Felipe Ferreira Silva ressalta que o Uruguai também oferece oportunidades. Uma licitação em curso no Uruguai definirá a empresa que fará a avaliação sísmica da bacia petrolífera local, composta hoje por 11 blocos, dois dos quais já têm a presença da Petrobras. Os demais devem ser licitados até o final do ano.
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