Assessoria de Imprensa
23/03/2026 08h17
Os terminais privados brasileiros começaram 2026 em ritmo acelerado e consolidaram seu protagonismo na logística nacional.
Em janeiro, os Terminais de Uso Privado (TUP) movimentaram 68,6 milhões de toneladas, crescimento de 14,1% em relação ao mesmo período do ano passado — desempenho que puxou a alta da movimentação portuária no país.
Em janeiro, os portos privados responderam por 66% de toda a carga portuária brasileira.
Já os portos organizados movimentaram 35,3 milhões de toneladas, com crescimento de 10,3%.
No total, a movimentação portuária no país totalizou 103,9 mi
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Os terminais privados brasileiros começaram 2026 em ritmo acelerado e consolidaram seu protagonismo na logística nacional.
Em janeiro, os Terminais de Uso Privado (TUP) movimentaram 68,6 milhões de toneladas, crescimento de 14,1% em relação ao mesmo período do ano passado — desempenho que puxou a alta da movimentação portuária no país.
Em janeiro, os portos privados responderam por 66% de toda a carga portuária brasileira.
Já os portos organizados movimentaram 35,3 milhões de toneladas, com crescimento de 10,3%.
No total, a movimentação portuária no país totalizou 103,9 milhões de toneladas, um avanço de 12,8%.
Os dados fazem parte de levantamento da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), com base no Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
Entre os perfis de carga, o destaque dos TUP em janeiro foi o granel líquido e gasoso, que registrou alta de 30,6%, somando 25,9 milhões de toneladas.
O avanço foi impulsionado principalmente pela movimentação de longo curso, que cresceu 60,7%, refletindo o aumento das exportações.
Nesse cenário, ganham destaque polos estratégicos como São João da Barra (RJ), Angra dos Reis (RJ) e São Sebastião (SP).
Nessas regiões, três terminais apresentaram maior movimentação: o Terminal de Petróleo TPET/TOIL – Açu (RJ) com 7,6 milhões de toneladas (+159,8%), o Terminal Aquaviário de Angra dos Reis, da Transpetro, com uma movimentação de 6 milhões de toneladas (+20,6%); e o Terminal Aquaviário de São Sebastião, também da Transpetro, mais de 5 milhões de toneladas (+11%).
O granel sólido também apresentou crescimento relevante (+10%), com movimentação de 35,1 milhões de toneladas.
O resultado foi impulsionado pelo avanço das principais commodities agrícolas e minerais, com destaque para soja (+108,5%), milho (+48,5%) e bauxita (+9,1%).
Outro ponto de atenção é o papel crescente da navegação interior, que registrou alta de 70,8% na movimentação de granel sólido, reforçando a importância das hidrovias para o escoamento da produção.
A carga conteinerizada teve leve crescimento de 1,2%, com 4,7 milhões de toneladas movimentadas.
“O forte crescimento dos TUP em janeiro mostra que os terminais privados são essenciais para a eficiência da logística nacional e o desenvolvimento do setor portuário brasileiro”, destaca o presidente da ATP, Murillo Barbosa.
“Os empreendimentos privados fortalecem nossa capacidade de exportar diferentes tipos de cargas, contribuindo para a liderança do país no mercado global de commodities”, afirma Barbosa.
Carga geral – Na contramão dos demais segmentos, a carga geral registrou queda de 22,5%.
Dos 34 terminais com dados comparáveis entre janeiro de 2025 e 2026, apenas 13 apresentaram crescimento, enquanto 20 tiveram retração e um não registrou movimentação no período.
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