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Plano prevê investimentos para ampliação e modernização de 11 aeroportos no Brasil

Com apoio de R$ 4,64 bilhões do BNDES, projeto deve alavancar R$ 9,2 bilhões em investimentos e gerar quase 3.000 empregos

gov.br

18/02/2026 10h39


O Plano de Investimentos em Ampliação e Modernização de Aeroportos envolve 11 aeroportos administrados pela Aena e conta com R$ 5,7 bilhões em financiamento, sendo R$ 4,64 bilhões em apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Vinculado ao Novo PAC, o apoio contribuirá para alavancar outros investimentos, alcançando R$ 9,2 bilhões.

Os recursos beneficiarão os aeroportos de Congonhas (SP), Campo Grande (MS), Ponta Porã (MS) e Corumbá (MS), Santarém (PA), Marabá (PA), Carajás (PA) e Altamira (PA), além de Uberlândia (MG), Uberaba (MG) e Montes Claros (MG). O plano integr

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O Plano de Investimentos em Ampliação e Modernização de Aeroportos envolve 11 aeroportos administrados pela Aena e conta com R$ 5,7 bilhões em financiamento, sendo R$ 4,64 bilhões em apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Vinculado ao Novo PAC, o apoio contribuirá para alavancar outros investimentos, alcançando R$ 9,2 bilhões.

Os recursos beneficiarão os aeroportos de Congonhas (SP), Campo Grande (MS), Ponta Porã (MS) e Corumbá (MS), Santarém (PA), Marabá (PA), Carajás (PA) e Altamira (PA), além de Uberlândia (MG), Uberaba (MG) e Montes Claros (MG). O plano integra a estratégia do Governo do Brasil de fortalecer a infraestrutura aeroportuária, ampliar a conectividade aérea e estimular o desenvolvimento regional.

Atualmente, os 11 aeroportos movimentam cerca de 29 milhões de passageiros por ano. Com a modernização e a elevação da capacidade operacional, o bloco estará apto a receber mais de 40 milhões de passageiros anuais, reforçando a interiorização do tráfego aéreo e a integração entre capitais e cidades do interior.

Do total de investimentos previstos, o maior volume de recursos (R$ 2,6 bilhões) será destinado para intervenções no Aeroporto de Congonhas, que vai dobrar o tamanho do terminal de passageiros, chegando a 135 mil metros quadrados. O pátio de aeronaves também será ampliado, com melhorias na eficiência operacional. O número de pontes de embarque passará de 12 para 19. A área comercial também será ampliada.

Avanços – Em São Paulo, o Aeroporto de Congonhas registra 29,60% de execução total das obras. No Pará, os avanços são expressivos: Altamira alcançou 70,48%; Marabá, 64,87%; Carajás, 66,65%; e Santarém, 45,41%.

Em Minas Gerais, Uberlândia atingiu 63,06% de execução total, Montes Claros chegou a 58,51% e Uberaba a 56,13%. Já em Mato Grosso do Sul, Ponta Porã lidera com 79,61%, seguida por Corumbá, com 67,10%, e Campo Grande, com 60,43% de execução total das intervenções previstas.

Investimento histórico - O Plano integra uma das maiores operações de financiamento da história da aviação brasileira.

A oferta pública de emissão de debêntures foi coordenada pelo BNDES em sindicato com o Santander, totalizando R$ 5,3 bilhões.

O apoio financeiro do BNDES inclui tanto a subscrição de debêntures, no valor de R$ 4,24 bilhões, quanto um financiamento via linha Finem, no valor de R$ 400 milhões. Somando debêntures (R$ 5,3 bi) e linha Finem do BNDES (R$ 400 mi), o financiamento total para a Aena será de R$ 5,7 bilhões.

Empregos – Durante a implantação do projeto, a estimativa é de geração de cerca de 2,8 mil empregos diretos e indiretos.

Após as obras, serão mais de 700 novos empregos. A Fase I-B das concessões compreende a ampliação e a adequação dos aeroportos para o atendimento às especificações mínimas de infraestrutura, para o aumento de capacidade operacional e para melhorias estruturais e de sustentabilidade.

Nessa etapa, estão os principais investimentos da concessão. O prazo para a conclusão é junho de 2028, no caso do Aeroporto de Congonhas, e junho de 2026, para os demais terminais.

Inovação financeira – O financiamento foi modelado pelo BNDES como um project finance non recourse, em que o pagamento é feito com o fluxo de receitas do projeto. Por meio de um mecanismo financeiro inovador estruturado pelo BNDES, após a conclusão das obras, a Aena poderá refinanciar a dívida em condições potencialmente melhores, com a mudança no custo financeiro (repricing).

Esse mecanismo, ao mesmo tempo que permite potencial redução do custo da dívida, elimina totalmente o chamado risco de rolagem e garante o funding de longo prazo do projeto, beneficiando o projeto, os usuários e os investidores.

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