Energia
Valor Online
27/09/2011 11h11 | Atualizada em 27/09/2011 14h26
A Petrobras entregou nesta segunda-feira um plano único de desenvolvimento incluindo tanto a área do campo de Cernambi como a de Lula, no pré-sal da bacia de Santos, à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A estatal havia requisitado ao regulador que os campos pudessem ser desenvolvidos separadamente, mas a agência defende tratar-se apenas de um campo gigante, com ligação entre as áreas.
Mesmo sem concordar com o posicionamento da ANP, a Petrobras entregou o documento englobando as duas áreas, segundo o gerente de Planejamento de Exploração e Produção do pré-Sal da Petrobras, Mauro Yuji Hayashi.
A agência reguladora já se posicionou duas vezes contra a Petrobras nesta questão. A últim
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A Petrobras entregou nesta segunda-feira um plano único de desenvolvimento incluindo tanto a área do campo de Cernambi como a de Lula, no pré-sal da bacia de Santos, à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A estatal havia requisitado ao regulador que os campos pudessem ser desenvolvidos separadamente, mas a agência defende tratar-se apenas de um campo gigante, com ligação entre as áreas.
Mesmo sem concordar com o posicionamento da ANP, a Petrobras entregou o documento englobando as duas áreas, segundo o gerente de Planejamento de Exploração e Produção do pré-Sal da Petrobras, Mauro Yuji Hayashi.
A agência reguladora já se posicionou duas vezes contra a Petrobras nesta questão. A última foi na quarta-feira da semana passada, em reunião de diretoria, quando a ANP negou o recurso administrativo proposto pela Petrobras pedindo para que a agência reconhecesse o campo de Cernambi como uma reserva separada do campo de Lula, ex-Tupi. A reguladora entende que a reserva do bloco BM-S-11 tem uma ligação com a reserva do campo de Cernambi. Caso se confirme que Lula e Cernambi são apenas um campo, isso significaria custos mais elevados para o consórcio concessionário na hora do pagamento de participação especial.
Perguntado se a Petrobras deve recorrer da decisão da agência, Hayashi afirmou que o assunto está sendo tratado pela administração da empresa.
“A gente entende que a questão é eminentemente técnica. Eu desconheço os próximos passos”, declarou.
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