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Petrobras ainda deve negociar preços de sondas

Valor

26/11/2010 14h37 | Atualizada em 26/11/2010 16h38


 

A Petrobras abriu nesta quinta-feira as propostas comerciais para duas licitações diferentes de unidades de perfuração. No entanto, o processo de escolha do estaleiro ainda não chegou ao final. A expectativa agora é que a companhia convoque os ofertantes para tentar reduzir ainda mais os preços.

Na maior licitação que a Petrobras já fez de uma única vez, em que podem ser contratados de um a quatro lotes de sete navios-sonda cada. O preço mais baixo foi ofertado pelo Estaleiro Atlântico Sul foi de R$ 4,65 bilhões.

O gestor de empreendimentos Offshore da Queiroz Galvão, Guilherme Ferreira Pinto, disse acreditar que a Petrobras ainda vai convocar representantes do estaleiro para negociar o preço. A Queiroz Galvão é

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A Petrobras abriu nesta quinta-feira as propostas comerciais para duas licitações diferentes de unidades de perfuração. No entanto, o processo de escolha do estaleiro ainda não chegou ao final. A expectativa agora é que a companhia convoque os ofertantes para tentar reduzir ainda mais os preços.

Na maior licitação que a Petrobras já fez de uma única vez, em que podem ser contratados de um a quatro lotes de sete navios-sonda cada. O preço mais baixo foi ofertado pelo Estaleiro Atlântico Sul foi de R$ 4,65 bilhões.

O gestor de empreendimentos Offshore da Queiroz Galvão, Guilherme Ferreira Pinto, disse acreditar que a Petrobras ainda vai convocar representantes do estaleiro para negociar o preço. A Queiroz Galvão é sócia do Atlântico Sul, ao lado de Camargo Corrêa e Sansumg.

Um representante do consórcio formado por Alusa e Queiroz Galvão, que preferiu não se identificar, disse que ainda tem esperanças de que a Petrobras contrate ao menos dois lotes dos quatro requisitados, o que incluiria a Alusa entre os vencedores.

O representante disse estar aberto a negociação de preços. O estaleiro onde seriam construídas as sondas, em Barra do Furado, no Norte Fluminense, depende diretamente dessa licitação da Petrobras.

"Certamente a licitação viabilizaria o estaleiro. Se não ganharmos, temos outros projetos em paralelo, como a possibilidade de participar da licitação, ainda não aberta, dos 18 FPSO do pré-sal", disse.

Já o representante do Atlântico Sul está mais confiante. "A gente já tem praticamente como certo que será contratado ao menos um pacote de sete sondas conosco. A nossa dúvida agora é sobre a outra licitação", disse.

Nesta quinta-feira, a Petrobras abriu também as propostas para a construção de duas unidades de perfuração, além do pacote que pode ir de sete a 28 sondas. No entanto, a estatal não especificou qual é o tipo de unidade que pretende contratar. Por isso, a oferta de menor preço não garante ao estaleiro a vitória no leilão.

A Petrobras pediu que os estaleiros apresentassem ofertas comerciais para a construção de uma sonda monocoluna, uma semissubmersível ou um navio-sonda. O estaleiro Atlântico Sul também apresentou o menor preço nesse leilão, de R$ 719,02 milhões.

No entanto, o EAS apresentou proposta apenas para construção de navio-sonda. Ou seja, se a estatal optar por contratar qualquer outro tipo, o estaleiro não leva a licitação. O segundo menor preço ofertado foi da Keppel Fels, de R$ 748,88 milhões. O estaleiro ofertou duas sondas semi-submersíveis.

 

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