Planejamento Urbano
Valor
22/08/2011 12h21 | Atualizada em 22/08/2011 15h41
Entre 59 propostas de 18 países, a empresa britânica de arquitetura e engenharia Aecom teve seu projeto geral e urbanístico do Parque Olímpico para os Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, escolhido pela comissão organizadora. A empresa recebeu prêmio de R$ 100 mil. Mas essa é só uma das oportunidades vislumbradas pela companhia no Brasil, que busca conquistar parte de projetos que alcançam US$ 334 bilhões no país.
Também responsável pelo desenho do parque olímpico de Londres para 2012, a empresa elaborou um projeto bastante semelhante ao evento londrino. O plano geral urbanístico terá dois cenários: o modo olímpico, com condições para a realização da competição esportiva; e o modo legado, que com implantação de novos empreendimentos
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Entre 59 propostas de 18 países, a empresa britânica de arquitetura e engenharia Aecom teve seu projeto geral e urbanístico do Parque Olímpico para os Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, escolhido pela comissão organizadora. A empresa recebeu prêmio de R$ 100 mil. Mas essa é só uma das oportunidades vislumbradas pela companhia no Brasil, que busca conquistar parte de projetos que alcançam US$ 334 bilhões no país.
Também responsável pelo desenho do parque olímpico de Londres para 2012, a empresa elaborou um projeto bastante semelhante ao evento londrino. O plano geral urbanístico terá dois cenários: o modo olímpico, com condições para a realização da competição esportiva; e o modo legado, que com implantação de novos empreendimentos imobiliários.
Em entrevista ao Valor em junho, o presidente global da companhia, Jason Prior, já havia demonstrado interesse no projeto do evento esportivo – embora a companhia não pudesse admitir o fato oficialmente, já que as regras do Comitê Olímpico impedem manifestações prévias sobre o assunto por parte dos interessados. Prior contou, na época, que planejava intensificar seus negócios no Brasil usando principalmente a Olimpíada de 2016.
Hoje, as receitas da Aecom no país estão basicamente concentradas em serviços ambientais (cerca de 85% do faturamento). "Esperamos que 2011 seja o nosso melhor ano em termos de crescimento de receita", diz Prior.
A empresa está planejando abocanhar parte dos negócios de US$ 334 bilhões de investimentos em infraestrutura de 2011 a 2014, segundo cálculos da Aecom. Desse total, US$ 262,3 bilhões seriam gerados em energia, US$ 59,4 bilhões em infraestrutura logística e US$ 13 bilhões no mercado do saneamento.
Não é a primeira licitação vencida pela Aecom no país. Atualmente, por exemplo, a empresa integra o consórcio vencedor para o projeto Nova Luz, que tem como objetivo revitalizar uma parte do centro de São Paulo conhecida como "cracolândia".
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