Energia
Valor Econômico
16/09/2010 14h16 | Atualizada em 16/09/2010 17h17
A OGX não tem interesse em participar da licitação do campo de Libra, que será a primeira a ser realizada no novo modelo de partilha de produção, depois da aprovação pelo Congresso. O presidente da companhia, Paulo Mendonça, afirmou que o objetivo é participar da exploração e produção de campos como operadora, o que não é permitido na partilha de produção, que terá a Petrobras como operadora única do pré-sal.
"Nós criamos ideias. As já existentes são muito mais caras", afirmou Mendonça, acrescentando que, a princípio, não haverá interesse da empresa de participar de licitações do pré-sal. Por outro lado, a OGX tem boas expectativas para a 11ª rodada de licitações da ANP, que deve ocorrer no primeiro semestre do ano que vem.
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A OGX não tem interesse em participar da licitação do campo de Libra, que será a primeira a ser realizada no novo modelo de partilha de produção, depois da aprovação pelo Congresso. O presidente da companhia, Paulo Mendonça, afirmou que o objetivo é participar da exploração e produção de campos como operadora, o que não é permitido na partilha de produção, que terá a Petrobras como operadora única do pré-sal.
"Nós criamos ideias. As já existentes são muito mais caras", afirmou Mendonça, acrescentando que, a princípio, não haverá interesse da empresa de participar de licitações do pré-sal. Por outro lado, a OGX tem boas expectativas para a 11ª rodada de licitações da ANP, que deve ocorrer no primeiro semestre do ano que vem.
Segundo o executivo, parte dos recursos que serão usados na disputa virá da venda de ativos que a companhia explora atualmente na Bacia de Campos. O controlador do grupo EBX, Eike Batista, revelou que sete companhias já procuraram a OGX para adquirir participação nos blocos.
Sem revelar o nome das empresas, Batista garantiu que o preço acertado por parte das reservas que podem existir nos blocos será superior a US$ 8,5 por barril, valor médio obtido na cessão onerosa de até 5 bilhões de barris de óleo equivalente feita pela União à Petrobras. O empresário disse ainda que a OGX não pretende fazer oferta pelos blocos que a Shell colocou à venda no Brasil. Até o fim do ano, a OGX deve receber mais duas sondas para perfurações em blocos na Bacia do Parnaíba.
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