Construção Industrial
Valor
29/04/2011 10h02 | Atualizada em 29/04/2011 13h22
A Odebrecht vai participar do processo de concessão de aeroportos, informou o diretor de Investimentos da holding, Felipe Montoro Jens. No entanto, ele afirmou que a companhia ainda não definiu quais são os aeroportos que melhor se encaixariam no seu portfólio.
“Temos uma intenção grande, porque esse é um setor em que a gente já se posicionou para participar no dia em que isso (a liberação para a participação privada no setor) acontecesse”, disse Jens, após participar do Fórum Econômico Mundial para a América Latina, no Rio de Janeiro.
O investimento deverá ser feito por meio da subsidiária chamada OTP (Odebrecht Transport), criada no ano passado para investimentos em infraestrutura, divididos entre rodovias, portos e log
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A Odebrecht vai participar do processo de concessão de aeroportos, informou o diretor de Investimentos da holding, Felipe Montoro Jens. No entanto, ele afirmou que a companhia ainda não definiu quais são os aeroportos que melhor se encaixariam no seu portfólio.
“Temos uma intenção grande, porque esse é um setor em que a gente já se posicionou para participar no dia em que isso (a liberação para a participação privada no setor) acontecesse”, disse Jens, após participar do Fórum Econômico Mundial para a América Latina, no Rio de Janeiro.
O investimento deverá ser feito por meio da subsidiária chamada OTP (Odebrecht Transport), criada no ano passado para investimentos em infraestrutura, divididos entre rodovias, portos e logística, aeroportos e mobilidade urbana.
Uma possibilidade estudada é a entrada em conjunto com parceiros internacionais, que detém maior expertise na operação de aeroportos, já que, no Brasil, o setor ficou muito tempo sob responsabilidade do governo.
“Temos muitas ideias de parcerias, até com operadoras internacionais ou parceiros locais que poderiam investir juntamente. Mas está tudo no mundo das ideias, não tem nenhum tipo de concretização”, disse Jens.
Ele disse que os aeroportos anunciados pela presidente Dilma Rousseff que serão colocados em concessão – Viracopos, Guarulhos, Brasília, Galeão e Confins – são boas oportunidades. Além disso, ele considerou positivo o modelo híbrido, em que o setor privado atuará em conjunto com o public na gestão das unidades.
“O importante é que o cidadão receba o melhor serviço. Se isso é uma combinação entre privado e público, em que cada um toma conta de uma questão, é ótimo. No sentido de modicidade tarifária isso também é positivo”, disse.
A OTP ainda não tem definido um montante de quanto será investido em infraestrutura, mas, de acordo com Jens, são bilhões de reais.
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