Radar

P U B L I C I D A D E

ABRIR
FECHAR
Energia
Voltar

Energia

MPF pede nova indenização de R$ 20 bi à Chevron

MPF pede ainda a paralisação imediata das atividades no Campo de Frade e a proibição de remessa de lucros ao exterior

Exame.com

04/04/2012 11h26


O Ministério Público Federal em Campos (RJ) pediu uma nova indenização de 20 bilhões de reais à Chevron pelo vazamento de óleo ocorrido em 4 março deste ano, no Campo de Frade, na Bacia de Campos.

Esta é a segunda ação civil pública movida pelo MPF contra a petroleira norte-americana. A Transocean, empresa contratada pela Chevron, também é responsabilizada na ação, movida pelo procurador Eduardo Santos de Oliveira.

O MPF pede ainda a paralisação imediata das atividades no Campo de Frade e a proibição de remessa de lucros ao exterior - tanto pelas empresas como por seus diretores e agentes.

A ação também pede a reavaliação do Plano de Emergência Individual, alegando que o primeiro vazamento, ocorrido em novembro de

...

O Ministério Público Federal em Campos (RJ) pediu uma nova indenização de 20 bilhões de reais à Chevron pelo vazamento de óleo ocorrido em 4 março deste ano, no Campo de Frade, na Bacia de Campos.

Esta é a segunda ação civil pública movida pelo MPF contra a petroleira norte-americana. A Transocean, empresa contratada pela Chevron, também é responsabilizada na ação, movida pelo procurador Eduardo Santos de Oliveira.

O MPF pede ainda a paralisação imediata das atividades no Campo de Frade e a proibição de remessa de lucros ao exterior - tanto pelas empresas como por seus diretores e agentes.

A ação também pede a reavaliação do Plano de Emergência Individual, alegando que o primeiro vazamento, ocorrido em novembro de 2011, deveria ter ocasionado alterações no procedimento, e pede ainda que as empresas sejam proibidas de contratar empréstimos e seguros de risco ambiental e de obter recursos do Estado brasileiro.

O envio de maquinário empregado em suas atividades no Brasil ao exterior também deve ser vetado, segundo o MPF, que requisita ainda um relatório técnico diário das empresas enquanto persistirem vazamentos no Campo de Frade.

Segundo o procurador da República Eduardo Santos de Oliveira, “uma série de erros cometidos pela concessionária e pela operadora ocasionaram o segundo vazamento, como falhas de cálculo, falhas no plano de contingência, imprecisão no dimensionamento, omissão de informações, limpeza inadequada e falta de fiscalização”.

Tanto a Chevron como a Transocean já respondem ação do MPF na 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro pelo acidente de novembro de 2011.

" Os prejuízos ambientais e ao patrimônio da União são, a esta altura, incalculáveis", disse o procurado, em comunicado.

 

P U B L I C I D A D E

ABRIR
FECHAR

Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP

Telefone (11) 3662-4159

© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade