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LafargeHolcim tem novo cimento certificado por baixa emissão

Produto fabricado no Espírito Santo é o segundo da marca a receber o certificado do Selo Ecológico do Instituto Falcão Bauer de Qualidade

Assessoria de imprensa

10/05/2022 11h24 | Atualizada em 11/05/2022 18h52


A LafargeHolcim buscou a certificação de mais um produto com baixa emissão de CO2 pelo Instituto Falcão Bauer da Qualidade (IFBQ).

Este ano, o cimento CPIII 32 conquistou a chancela com apresenta redução de 50% de emissões de gases de efeito estufa em comparação à média dos cimentos nacionais.

Em 2021, a empresa foi a primeira do segmento de construção civil a receber a certificação no Brasil, com o cimento CP III 40. Ambos são produzidos na unidade de Vitória, no Espírito Santo.

“Pela segunda vez, passamos por uma auditoria externa que validou a metodologia utilizada para calcular a emissão de CO2 em nossos produtos desenvolvidos para oferecer aos clientes soluções sustentáveis”, diz Bruno Hallak, gerente de sustentabilidade da LafargeHolcim.

“Os processos de produção e metodologias avaliados podem, inclusive, serem reproduzidos em outras unidades, conforme suas características locais, ampliando o ganho para o meio ambiente”, afirma.


A LafargeHolcim buscou a certificação de mais um produto com baixa emissão de CO2 pelo Instituto Falcão Bauer da Qualidade (IFBQ).

Este ano, o cimento CPIII 32 conquistou a chancela com apresenta redução de 50% de emissões de gases de efeito estufa em comparação à média dos cimentos nacionais.

Em 2021, a empresa foi a primeira do segmento de construção civil a receber a certificação no Brasil, com o cimento CP III 40. Ambos são produzidos na unidade de Vitória, no Espírito Santo.

“Pela segunda vez, passamos por uma auditoria externa que validou a metodologia utilizada para calcular a emissão de CO2 em nossos produtos desenvolvidos para oferecer aos clientes soluções sustentáveis”, diz Bruno Hallak, gerente de sustentabilidade da LafargeHolcim.

“Os processos de produção e metodologias avaliados podem, inclusive, serem reproduzidos em outras unidades, conforme suas características locais, ampliando o ganho para o meio ambiente”, afirma.

A auditoria independente considerou todo o processo de fabricação do cimento CPIII 32, em cuja produção se recupera ainda mais resíduos industriais que o CPIII 40 e, dessa forma, se utiliza menos clínquer.

Outro fator importante para o meio ambiente é que esses resíduos deixam de ser destinados a aterros sanitários.

“Esses produtos atendem às demandas dos clientes dos segmentos técnico e industrial, que já vêm realizando projetos mais ecológicos e buscando certificações verdes nas edificações”, explica José Abreu, gerente de produtos e assessoria técnica da LafargeHolcim.

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