Assessoria de Imprensa
19/03/2026 09h13
Na quarta-feira (18) foi realizado o maior leilão de energia da história do país, com o 2º Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) para contratação de potência.
Em mais de 6 h de negociações, o certame negociou oito produtos em sete rodadas, contratando 100 usinas que disponibilizarão 18,997 gigawatts.
A negociação movimentou R$ 515,7 bilhões em receita total, registrando um deságio de 5,52%, o que representa uma economia potencial de mais de R$ 33,64 bilhões para os consumidores ao longo dos contratos.
O leilão também gerou R$ 64,5 bilhões em investimentos.
Segundo a
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Na quarta-feira (18) foi realizado o maior leilão de energia da história do país, com o 2º Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) para contratação de potência.
Em mais de 6 h de negociações, o certame negociou oito produtos em sete rodadas, contratando 100 usinas que disponibilizarão 18,997 gigawatts.
A negociação movimentou R$ 515,7 bilhões em receita total, registrando um deságio de 5,52%, o que representa uma economia potencial de mais de R$ 33,64 bilhões para os consumidores ao longo dos contratos.
O leilão também gerou R$ 64,5 bilhões em investimentos.
Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a contratação promete “assegurar o aumento da segurança energética do país, com recursos prontamente disponíveis em situações críticas e maior estabilidade para o sistema, especialmente em períodos de baixa hidrologia”.
Certame – O 2º LRCAP foi direcionado à contratação de energia de usinas hidrelétricas (UHE) e termelétricas (UTE) a gás natural e carvão mineral.
Uma das inovações deste ano foi a inclusão de novos produtos voltados à ampliação de hidrelétricas e térmicas.
O certame contratou 60 usinas termelétricas novas, que representam 8,86 GW de disponibilidade de potência, além de 35 térmicas existentes, que somam 7,61 GW, e 5 ampliações de hidrelétricas, que contribuem com 2,5 GW para o SIN.
Os leilões do 3º LRCAP prosseguem nesta sexta-feira (20), focados em energia gerada por termelétricas a óleo diesel, óleo combustível e biodiesel.
"Para o certame, o MME inovou ao permitir a participação de usinas a biodiesel com início de suprimento já em 2030, em uma medida desenhada para estimular a transição energética e o uso de biocombustíveis nacionais”, avalia a CCEE.
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