Assessoria de Imprensa
08/10/2026 00h01
A INFLEET, empresa brasileira que centraliza os dados mais relevantes das frotas em uma única plataforma e usa inteligência artificial para apoiar decisões de ponta a ponta, anuncia o compromisso de eliminar, até 2030, os acidentes causados por motoristas das frotas de seus clientes e por falhas mecânicas dos veículos.
A meta será construída em etapas, começando pelos acidentes de maior gravidade.
Primeiro, a INFLEET trabalhará para garantir visibilidade total da operação e eliminar acidentes com vítimas fatais. Na etapa seguinte, o objetivo será eliminar acidentes com feridos.
Por fim, até 2030, a meta &ea
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A INFLEET, empresa brasileira que centraliza os dados mais relevantes das frotas em uma única plataforma e usa inteligência artificial para apoiar decisões de ponta a ponta, anuncia o compromisso de eliminar, até 2030, os acidentes causados por motoristas das frotas de seus clientes e por falhas mecânicas dos veículos.
A meta será construída em etapas, começando pelos acidentes de maior gravidade.
Primeiro, a INFLEET trabalhará para garantir visibilidade total da operação e eliminar acidentes com vítimas fatais. Na etapa seguinte, o objetivo será eliminar acidentes com feridos.
Por fim, até 2030, a meta é chegar a zero acidentes nas operações que adotarem essa metodologia.
O tema é urgente para o setor de transporte e logística no país. Caminhões e ônibus responderam por 53% das mortes em rodovias federais em 2024, mesmo representando uma fração pequena da frota nacional em circulação, de acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal.
O desafio é especialmente grave também para quem trabalha nas estradas. Segundo levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego, os motoristas de caminhão foram a ocupação que mais registrou mortes por acidentes de trabalho no Brasil entre 2016 e 2025, com 4.249 óbitos em dez anos, uma média superior a uma morte por dia.
No mesmo período, o transporte rodoviário de carga liderou entre as atividades econômicas em número de mortes, com 2.601 óbitos.
“Na maioria dos casos, são pais e mães de família: cada morte ao volante retira de uma casa brasileira sua principal fonte de renda, com efeitos que se estendem por gerações. Cada acidente fatal custa, em média, R$1,08 milhão às empresas envolvidas, e cada acidente grave, R$222,8 mil, de acordo com o IPEA; sem contar passivos trabalhistas, prêmios de seguro mais altos e rotatividade de motoristas”, afirma Vitor Reis, Co-founder da INFLEET.
A aposta da INFLEET é que reduzir acidentes não depende só de observar o comportamento do motorista.
Pneu gasto e freio comprometido também causam acidentes, mesmo com o melhor condutor ao volante.
“Por isso, o compromisso da empresa é apoiar cada cliente a atuar tanto sobre a conduta nas estradas quanto sobre a saúde mecânica dos veículos da frota, um trabalho colegiado, em que o engajamento do cliente é o que determina o ritmo e o alcance do resultado”, diz Reis.
08 de outubro 2026
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