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Índice ABCR cai 0,6% em janeiro

Nos últimos doze meses, índice acumula avanço de 5,3%, aponta a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias

Assessoria de Imprensa

09/02/2024 10h35 | Atualizada em 14/02/2024 12h37


O Índice ABCR referente a janeiro de 2024 recuou 0,6% no comparativo com dezembro, considerando os dados dessazonalizados.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.

Mantida a comparação mensal dessazonalizada, o índice de fluxo pedagiado de veículos leves caiu 1,8%, enquanto o fluxo de veículos pesados diminuiu 0,3%.

Comparado ao mesmo período de 2023, o índice total avançou 3,1%, determinado pelo crescimento disseminado entre as aberturas por tipos de veículos: 2,2% de leves e 6,6% de pesados.

Nos últimos doze meses, o índice total acumula avanço de 5,3%, fruto do aumento de 5,9% de veículos leves e 3,3% de pesados.

“Os resultados demonstram queda do fluxo total nas praças, o que representa devolução do crescimento ocorrido em dezembro de 2023”, destacam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Davi Gonçalves.

Segundo eles, a queda ocorreu de maneira disseminada entre as duas ab

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O Índice ABCR referente a janeiro de 2024 recuou 0,6% no comparativo com dezembro, considerando os dados dessazonalizados.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.

Mantida a comparação mensal dessazonalizada, o índice de fluxo pedagiado de veículos leves caiu 1,8%, enquanto o fluxo de veículos pesados diminuiu 0,3%.

Comparado ao mesmo período de 2023, o índice total avançou 3,1%, determinado pelo crescimento disseminado entre as aberturas por tipos de veículos: 2,2% de leves e 6,6% de pesados.

Nos últimos doze meses, o índice total acumula avanço de 5,3%, fruto do aumento de 5,9% de veículos leves e 3,3% de pesados.

“Os resultados demonstram queda do fluxo total nas praças, o que representa devolução do crescimento ocorrido em dezembro de 2023”, destacam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Davi Gonçalves.

Segundo eles, a queda ocorreu de maneira disseminada entre as duas aberturas por tipos de veículos.

O tráfego de leves voltou ao terreno negativo após a sequência de crescimento nos últimos meses, quando captou efeitos positivos, sobretudo do relativo alívio das condições financeiras, considerando os menores níveis de inadimplência e a redução dos juros bancários no decorrer do 2º semestre de 2023.

“Por outro lado, há influências em outras direções, como as pressões inflacionárias sobre alimentos e o menor ritmo de expansão do mercado de trabalho”, complementam.

Mas, vale ressaltar que o tráfego de leves permanece em níveis historicamente elevados, o que mostra o alto grau de aquecimento das viagens a passeio”, afirmam.

O tráfego de pesados também recuou na comparação com dezembro, após estabilidade no mês anterior.

“Considerando um horizonte temporal mais longo, o segmento também se encontra em nível histórico elevado, apenas 0,4% abaixo de novembro do ano passado, quando atingiu o maior patamar da série histórica, iniciada em 1999”, observam os analistas.

“Os últimos resultados já apresentam sinais de acomodação, diante da redução das influências positivas geradas pelo escoamento da produção agrícola recorde no ano passado. Ainda, há influências do baixo desempenho da produção industrial e dos primeiros sinais de desaquecimento do comércio varejista”, finalizam.

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