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Iguatemi dobra lucro e apresenta margem Lajida de 81,8%

Valor

12/11/2010 12h06 | Atualizada em 12/11/2010 14h06


 

A Iguatemi Empresa de Shopping Centers obteve lucro líquido de R$ 39,437 milhões no terceiro trimestre, um salto de 101,9% frente aos R$ 19,537 milhões apurados no mesmo período de 2009. A receita líquida cresceu 29,8%, para R$ 67,609 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Lajida) somou R$ 55,322 milhões, um avanço de 59,8% em comparação com o mesmo trimestre do ano passado. A margem Lajida saltou de 66,5% para 81,8% no período.

Em seu comentário de desempenho, a Iguatemi ressaltou que o terceiro trimestre de 2010 seguiu a tendência de crescimento do consumo notada a partir do segundo semestre de 2009. Também houve melhora nos indicadores operacionais na comparação com o segundo tr

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A Iguatemi Empresa de Shopping Centers obteve lucro líquido de R$ 39,437 milhões no terceiro trimestre, um salto de 101,9% frente aos R$ 19,537 milhões apurados no mesmo período de 2009. A receita líquida cresceu 29,8%, para R$ 67,609 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Lajida) somou R$ 55,322 milhões, um avanço de 59,8% em comparação com o mesmo trimestre do ano passado. A margem Lajida saltou de 66,5% para 81,8% no período.

Em seu comentário de desempenho, a Iguatemi ressaltou que o terceiro trimestre de 2010 seguiu a tendência de crescimento do consumo notada a partir do segundo semestre de 2009. Também houve melhora nos indicadores operacionais na comparação com o segundo trimestre de 2010, visto que as vendas de junho foram prejudicadas pela realização da Copa do Mundo de futebol.

As vendas totais dos shoppings da companhia cresceram 18,9% em relação ao terceiro trimestre de 2009, para R$ 1,500 bilhão. O resultado foi impulsionado pela abertura do Iguatemi Brasília no final de março. As vendas mesmas áreas cresceram 11,4%, para R$ 1.208 por metro quadrado, com destaque para os shoppings Iguatemi Florianópolis, Galleria e Market Place.

A Iguatemi destaca ainda que conseguiu reajustar os aluguéis acima da inflação e registrou alta taxa de ocupação nos empreendimentos.

A receita de aluguel teve crescimento de 28,0% em relação ao terceiro trimestre de 2009, para R$ 54,796 milhões. A taxa de ocupação no trimestre foi de 97,9%, crescimento de 2,1 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2009 e crescimento de 0,7 pontos percentual em relação ao trimestre anterior.

A empresa afirmou que a demanda dos varejistas por novos espaços continua aquecida, fato que pode ser comprovado pelo aumento nas taxas de comercialização de novos shoppings e pelas altas taxas de ocupação dos empreendimentos existentes.

O endividamento bruto da Iguatemi era de R$ 445,6 milhões ao final de setembro, em comparação a R$ 377,5 milhões de junho. O aumento deve-se principalmente à liberação de caixa proveniente dos financiamentos de crédito imobiliário e do BNDES para o Iguatemi Alphaville.

A posição de caixa no final de setembro era de R$ 592,8 milhões, resultando em uma posição de caixa líquido de R$ 147,2 milhões. O prazo médio da dívida é de 3,6 anos (4,2 anos sem considerar as debêntures), com custo médio de 105,6% do CDI (101,9% sem considerar as debêntures).

O custo da dívida vem diminuindo e o prazo está alongando com a entrada dos novos financiamentos para os projetos de novos shoppings, observa a companhia.

A Iguatemi investiu R$ 36,7 milhões nos projetos greenfields no trimestre. A expectativa é investir mais R$ 97,0 milhões nos projetos no quarto trimestre.

 

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