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07 de outubro de 2021
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Ibama libera linhão de Tucuruí

Autorização libera o início efetivo de energização e funcionamento da linha de transmissão
Fonte: Valor Econômico

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) assinou a licença de operação de dois trechos do linhão de Tucuruí, liberando o início efetivo de energização e funcionamento da linha de transmissão.

Ao todo, a licença atinge 851 km de extensão. Um primeiro lote, de 506 km, atravessa seis municípios do Pará, a partir de Tucuruí. Outro lote, de 345 km, parte de Jurupari, cortando mais sete municípios paraenses.

Com esses dois lotes, o linhão tem praticamente 100% de sua malha de alta tensão (500 kV) pronta para operar.

Em março, o Ibama já havia concedido licença de operação para o trecho de 558 KM entre a cidade de Oriximiná (PA) e Engenheiro Lechuga (AM).

Agora, falta apenas uma linha de baixa tensão (230kV) para ser emitida pelo órgão ambiental.

A linha de Transmissão Tucuruí-Macapá-Manaus vai permitir a integração do Amazonas, Amapá e do oeste do Pará ao chamado Sistema Interligado Nacional (SIN), malha que conecta a transmissão de energia do país.

Com aproximadamente 1.800 quilômetros de extensão total em tensões de 500 e 230 kV em circuito duplo, o linhão passa por trechos densos de florestas.

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) assinou a licença de operação de dois trechos do linhão de Tucuruí, liberando o início efetivo de energização e funcionamento da linha de transmissão.

Ao todo, a licença atinge 851 km de extensão. Um primeiro lote, de 506 km, atravessa seis municípios do Pará, a partir de Tucuruí. Outro lote, de 345 km, parte de Jurupari, cortando mais sete municípios paraenses.

Com esses dois lotes, o linhão tem praticamente 100% de sua malha de alta tensão (500 kV) pronta para operar.

Em março, o Ibama já havia concedido licença de operação para o trecho de 558 KM entre a cidade de Oriximiná (PA) e Engenheiro Lechuga (AM).

Agora, falta apenas uma linha de baixa tensão (230kV) para ser emitida pelo órgão ambiental.

A linha de Transmissão Tucuruí-Macapá-Manaus vai permitir a integração do Amazonas, Amapá e do oeste do Pará ao chamado Sistema Interligado Nacional (SIN), malha que conecta a transmissão de energia do país.

Com aproximadamente 1.800 quilômetros de extensão total em tensões de 500 e 230 kV em circuito duplo, o linhão passa por trechos densos de florestas.

Para cruzar o rio Amazonas, foram usadas torres de até 280 metros de altura, quando tamanho médio dessa estrutura gira entre 80 e 100 metros.

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