Energia
Webtranspo
24/10/2011 14h59
O Brasil está cada vez mais presente no mercado de combustível dos Estados Unidos, uma prova disso é que, desde o início de outubro, 107 usinas sucroenergético brasileira podem exportar etanol para o país. Para conseguir comercializar o produto, em território norte-americano, as empresas precisam antes se cadastrar e serem aprovadas junto a EPA (Environmental Protection Agency, em português, Agência de Proteção Ambiental) de acordo com as exigências do RFS (Renewable Fuel Standard), um conjunto de normas que regulamenta o setor.
“A EPA já reconhece o etanol brasileiro como um biocombustível avançado, por reduzir em até 91% a emissão de gases que causam o efeito estufa comparado à gasolina. Este reconhecimento faz do etanol produz
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O Brasil está cada vez mais presente no mercado de combustível dos Estados Unidos, uma prova disso é que, desde o início de outubro, 107 usinas sucroenergético brasileira podem exportar etanol para o país. Para conseguir comercializar o produto, em território norte-americano, as empresas precisam antes se cadastrar e serem aprovadas junto a EPA (Environmental Protection Agency, em português, Agência de Proteção Ambiental) de acordo com as exigências do RFS (Renewable Fuel Standard), um conjunto de normas que regulamenta o setor.
“A EPA já reconhece o etanol brasileiro como um biocombustível avançado, por reduzir em até 91% a emissão de gases que causam o efeito estufa comparado à gasolina. Este reconhecimento faz do etanol produzido a partir da cana no Brasil um produto demandado no mercado americano, o que torna importante que as usinas brasileiras estejam prontas para esta oportunidade”, ressalta Leticia Phillips, representante da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar) na América do Norte.
Segundo o RFS, a procura por etanol deve crescer ainda mais nos Estados Unidos, o que faz com que o aumento de registro de novas empresas se torne ainda mais importante. Neste ano, o número de empresas brasileiras que obtiveram a certificação passou de 55, em fevereiro, para 107 no início deste mês. “Este incremento revela o grau de interesse das usinas em fornecer etanol de cana, um combustível comprovadamente de baixa emissão de carbono, para o mercado americano”, afirmou Phillips.
A UNICA ressalta também a importância das empresas brasileiras conseguirem entrar na Califórnia. Para conseguir entrar no mercado por lá é necessário obter um registro com o CARB (California Air Resources Board, em português, Conselho de Qualidade do Ar da Califórnia). A região tem uma das leis mais rígidas em relação ao controle ambiental, atualmente, 44 usinas do Brasil possuem autorização para realizar negócios no Estado.
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