Energia
Agência Estado
30/10/2012 08h31
A medida, de acordo com o presidente da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (CHESF), João Bosco de Almeida, não tem relação com o apagão que deixou toda a região às escuras na madrugada da sexta-feira (26).
Segundo ele, a medida se deve à forte estiagem que fez o reservatório de Sobradinho, na Bahia, chegar a 24% do seu volume. Para não correr risco, o sistema passa a operar com o fornecimento de outras fontes - a exemplo das térmicas e eólicas. Há dois meses, as térmicas geram 20% da energia fornecida ao Nordeste. Para Almeida, a decisão é de rotina, para evitar o que ocorreu em 2001.
Naquele ano, Sobradinho tinha maior volume d'água que hoje 41%, mas houve um apagão, com necessidade de racionamento, diante da limita
...A medida, de acordo com o presidente da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (CHESF), João Bosco de Almeida, não tem relação com o apagão que deixou toda a região às escuras na madrugada da sexta-feira (26).
Segundo ele, a medida se deve à forte estiagem que fez o reservatório de Sobradinho, na Bahia, chegar a 24% do seu volume. Para não correr risco, o sistema passa a operar com o fornecimento de outras fontes - a exemplo das térmicas e eólicas. Há dois meses, as térmicas geram 20% da energia fornecida ao Nordeste. Para Almeida, a decisão é de rotina, para evitar o que ocorreu em 2001.
Naquele ano, Sobradinho tinha maior volume d'água que hoje 41%, mas houve um apagão, com necessidade de racionamento, diante da limitação do parque gerador, extremamente dependente das hidrelétricas e, por conseguinte, das chuvas. Depois da crise de 2001, várias térmicas, eólicas e pequenas centrais hidrelétricas passaram a funcionar e a integrar o sistema de geração de energia brasileiro.
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