Mineração
Valor
01/03/2011 10h22 | Atualizada em 01/03/2011 13h53
As exportações dos derivados do cobre não supera a importação desde outubro de 2008, de acordo com o Sindicato dos Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não-Ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel).
Somente no ano passado, as importações cresceram 55,7% e ultrapassaram US$ 944 milhões, contra US$ 606,4 milhões de 2009. O índice é muito superior ao aumento nas exportações, de 27,5%, que somaram US$ 569,8 milhões.
“As importações têm tendência de crescimento ainda maior em 2011, principalmente para condutores em alumínio e fios esmaltados. Já as exportações continuam a ser prejudicadas pelo dólar desvalorizado”, considera o presidente do Sindicel, Sérgio Aredes, para quem o volume exportado neste ano deve
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As exportações dos derivados do cobre não supera a importação desde outubro de 2008, de acordo com o Sindicato dos Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não-Ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel).
Somente no ano passado, as importações cresceram 55,7% e ultrapassaram US$ 944 milhões, contra US$ 606,4 milhões de 2009. O índice é muito superior ao aumento nas exportações, de 27,5%, que somaram US$ 569,8 milhões.
“As importações têm tendência de crescimento ainda maior em 2011, principalmente para condutores em alumínio e fios esmaltados. Já as exportações continuam a ser prejudicadas pelo dólar desvalorizado”, considera o presidente do Sindicel, Sérgio Aredes, para quem o volume exportado neste ano deve ficar abaixo do de 2010.
A China foi a maior fornecedora de fios e cabos para o Brasil no ano passado, com 30,2% do total. A Argentina comprou 43% dos produtos exportados pelo país, seguida pelo Chile, com 6,4%.
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