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Crise energética do AM é discutida em Brasília

Em Tempo

11/08/2011 15h40


Os problemas do setor energético foram apresentados hoje (9), pelo senador Eduador Braga (PMDB-AM), a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Roffmann, durante reunião no Palácio do Planalto.

Eduardo Braga conseguiu que representantes do Estado discutam com técnicos do Ministério das Minas e Energia e da Eletrobras, na próxima sexta-feira (12) uma solução para o problema.

"Precisamos discutir, com urgência, soluções para aumentar a geração, ampliar a transmissão e melhorar a distribuição de energia elétrica no Amazonas, sob pena de enfrentarmos sérios problemas no fornecimento nos próximos anos", destacou Eduardo Braga.

Durante o encontro com a ministra, o senador apresentou um relató

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Os problemas do setor energético foram apresentados hoje (9), pelo senador Eduador Braga (PMDB-AM), a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Roffmann, durante reunião no Palácio do Planalto.

Eduardo Braga conseguiu que representantes do Estado discutam com técnicos do Ministério das Minas e Energia e da Eletrobras, na próxima sexta-feira (12) uma solução para o problema.

"Precisamos discutir, com urgência, soluções para aumentar a geração, ampliar a transmissão e melhorar a distribuição de energia elétrica no Amazonas, sob pena de enfrentarmos sérios problemas no fornecimento nos próximos anos", destacou Eduardo Braga.

Durante o encontro com a ministra, o senador apresentou um relatório detalhado do problema no Estado. O documento revela que o Amazonas precisa produzir mais 200 Megawatts ao ano, no prazo de três anos, até a chegada do linhão de Tucuruí, em 2013. A meta é chegar a 2.000 Megawatts em 2014.

O relatório também aponta a necessidade de melhorias no sistema de distribuição. Hoje, a rede amazonense está preparada para receber apenas 69kV. A partir da chegada do Linhão de Tucuruí, esta mesma rede terá de suportar uma carga de 230kV.

"Além de reforçar a rede de distribuição temos que instalar subestações que suportem esses 230kV de Tucuruí. Somente desta forma vamos eliminar a sobrecarga no sistema e possibilitar o escoamento seguro e eficaz da energia de Tucuruí", explicou Braga.

 

 

 

 

 

 

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