Energia
Valor Econômico
11/11/2010 11h46 | Atualizada em 11/11/2010 13h47
O vazio do leilão da energia de Jirau não desanimou o mercado livre. As comercializadoras Comerc e CPFL promovem hoje leilões de energia com contratos de longo prazo e os consumidores livres parecem ter apetite pelo negócio. A Comerc tem 28 consumidores inscritos. Mas se por um lado o leilão vazio de Jirau não desanimou os negócios, por outro mostrou que ainda não é possível vender energia na faixa de R$ 130 a R$ 140 como queria a concessionária Energia Sustentável do Brasil.
A CPFL não divulgou o preço mínimo do leilão, que deve ser conhecido apenas durante a disputa. Já a Comerc vai negociar contratos com entrega de energia entre 2014 e 2018 e inovou ao divulgar os preços mínimos que vão variar entre R$ 123 e R$ 119 o
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O vazio do leilão da energia de Jirau não desanimou o mercado livre. As comercializadoras Comerc e CPFL promovem hoje leilões de energia com contratos de longo prazo e os consumidores livres parecem ter apetite pelo negócio. A Comerc tem 28 consumidores inscritos. Mas se por um lado o leilão vazio de Jirau não desanimou os negócios, por outro mostrou que ainda não é possível vender energia na faixa de R$ 130 a R$ 140 como queria a concessionária Energia Sustentável do Brasil.
A CPFL não divulgou o preço mínimo do leilão, que deve ser conhecido apenas durante a disputa. Já a Comerc vai negociar contratos com entrega de energia entre 2014 e 2018 e inovou ao divulgar os preços mínimos que vão variar entre R$ 123 e R$ 119 o MWh. O preço vai subir em função da demanda e quem der um lance para comprar energia a R$ 123 e não encontrar competidores, leva neste preço.
De acordo com o presidente da comercializadora Comerc, Cristopher Vlaviano, a modalidade de leilão que estão promovendo já mostra que atrai compradores. Ao todo se cadastraram 28 consumidores livres, duas geradoras de energia e 13 comercializadoras. São seis os produtos ofertados num total de 97 MW.
O leilão de Jirau também foi promovido pela Comerc, mas a concessionária é que determinou os preços. As cotações da energia de longo prazo não têm subido porque existe ainda a percepção por parte dos consumidores de que haverá sobra estrutural de energia nos próximos anos.
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