Mineração
Diário de Pernambuco (PE)
29/11/2010 11h35 | Atualizada em 29/11/2010 13h37
O Brasil deve terminar o ano com um consumo aparente recorde de produtos siderúrgicos. Números divulgados pelo Instituto Aço Brasil (IABr) prevê que o consumo aparente em 2010 deve ficar em 26,8 milhões de toneladas, 44,1% acima de 2009 e 11% acima de 2008, período pré-crise. Mas recorde de consumo não significa recorde de produção, mesmo havendo sobra de capacidade.
O maior impacto é o aumento das importações, este ano estimadas em 5,9 milhões de toneladas (154% superior a 2009). Esse aumento reflete os efeitos do câmbio valorizado, dos excedentes no mercado internacional e os incentivos estaduais à importação. A própria Transpetro tem adquirido aço da Ucrânia, Coreia e China para a construção dos navios que encomendou
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O Brasil deve terminar o ano com um consumo aparente recorde de produtos siderúrgicos. Números divulgados pelo Instituto Aço Brasil (IABr) prevê que o consumo aparente em 2010 deve ficar em 26,8 milhões de toneladas, 44,1% acima de 2009 e 11% acima de 2008, período pré-crise. Mas recorde de consumo não significa recorde de produção, mesmo havendo sobra de capacidade.
O maior impacto é o aumento das importações, este ano estimadas em 5,9 milhões de toneladas (154% superior a 2009). Esse aumento reflete os efeitos do câmbio valorizado, dos excedentes no mercado internacional e os incentivos estaduais à importação. A própria Transpetro tem adquirido aço da Ucrânia, Coreia e China para a construção dos navios que encomendou a estaleiros como o Atlântico Sul, em Pernambuco.
Considerando as projeções macroeconômicas para o Brasil, o IABr estima que o consumo aparente de produtos siderúrgicos irá ter incremento de 6% em 2011.
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