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01 de julho de 2021
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Construtechs aquecem mercado da construção durante a pandemia

Novas tecnologias facilitam compras sem os riscos presenciais e impulsionam o setor de construção e reformas pelo interior do país
Fonte: Assessoria de Imprensa

No setor de construção, que movimenta 3% do PIB brasileiro e que tem alta projetada no índice de 3% a 4% para este ano, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), podendo chegar a R$ 220 bilhões, a participação da tecnologia e inovação, surpreendentemente, ainda é muito baixa.

Na contracorrente deste panorama, as construtechs – empresas de tecnologia e inovação focadas na construção civil – despontam como uma proposta de impacto para a mudança deste cenário.

No Brasil, a construção civil ainda é um dos mercados mais obsoletos em relação à participação da tecnologia; é um dossetores mais atrasados tecnologicamente no país.

Essa realidade aponta uma segura perspectiva de evolução no setor, com promessas de taxas relevantes de participação e crescimento nos próximos anos, o que tem feito das construtechs um nicho de destaque na área das startups.

Somado ao fato de que a área imobiliária é uma das mais seguras aos olhos dos investidores e fundos de investimento, especialmente nos momentos de crise, a perspectiva de uma rápida mudança é grande.

Não é de hoje que essa lacuna foi observada pelo fundador d...


No setor de construção, que movimenta 3% do PIB brasileiro e que tem alta projetada no índice de 3% a 4% para este ano, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), podendo chegar a R$ 220 bilhões, a participação da tecnologia e inovação, surpreendentemente, ainda é muito baixa.

Na contracorrente deste panorama, as construtechs – empresas de tecnologia e inovação focadas na construção civil – despontam como uma proposta de impacto para a mudança deste cenário.

No Brasil, a construção civil ainda é um dos mercados mais obsoletos em relação à participação da tecnologia; é um dossetores mais atrasados tecnologicamente no país.

Essa realidade aponta uma segura perspectiva de evolução no setor, com promessas de taxas relevantes de participação e crescimento nos próximos anos, o que tem feito das construtechs um nicho de destaque na área das startups.

Somado ao fato de que a área imobiliária é uma das mais seguras aos olhos dos investidores e fundos de investimento, especialmente nos momentos de crise, a perspectiva de uma rápida mudança é grande.

Não é de hoje que essa lacuna foi observada pelo fundador da Dynaset Software, Paulo Souza, que, liderando uma equipe de especialistas, idealizou e cofundou em 2019 a startup Obra Show, um marketplace de produtos e serviços da construção civil, criando, assim, uma plataforma de negócios para movimentar esse gigante ecossistema em diversas escalas.

“Sendo um dos pilares da economia, mas ainda carecendo de novas soluções, enxergamos um enorme potencial de crescimento e participação no setor de construção. A análise de mercado que fizemos em 2019 confirmou a demanda e espaço para iniciativas serem realizadas nessa área e reforçou nossa intenção em ajudar esse setor a crescer tecnologicamente e a superar esse gargalo”, explica Souza. “O grande atrativo das construtechs é que esse mercado é gigantesco e nele ainda existe grande atraso tecnológico e forte demanda, por isso, as possibilidades de crescimento são grandes”, completa.

Até 2020, no entanto, o desafio enfrentado pelas empresas de tecnologia que resolviam se aventurar nessa área era grande: por ser ainda muito ligada ao mundo físico, a construção civil sempre foi um setor muito tradicionalista e dependente de um atendimento consultivo e presencial. Desde março do ano passado, com o advento da pandemia, o setor precisou se reinventar e foi aí que a tecnologia se mostrou ainda mais decisiva.

Em contraponto às restrições momentâneas, o mercado de construção e reformas teve um imenso salto no período, estimulado por uma massiva presença doméstica gerada pela necessidade de isolamento social, home office etc.

“Em meio à febre da construção e reforma, o perfil do consumidor mudou rapidamente. As compras e contratações no setor, que ocorriam de forma técnica, dependente de uma persona com expertise, de profissionais contratados e do convencimento do lojista, passaram a ser cada vez mais realizadas de forma independente e remota, devido às circunstâncias. Acompanhamos essa mudança de comportamento e tivemos um crescimento expressivo no período”, analisa Souza.

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