Assessoria de Imprensa
17/09/2026 00h01
Foto: Barbara Dutra
Na edição de 2026 da CasaCor Minas, a ArcelorMittal e o escritório BCMF Arquitetos voltaram a provocar os limites da arquitetura, do design e da construção civil com o Pavilhão OCA ArcelorMittal.
Instalado nos jardins históricos tombados da PUC Minas Lourdes, o espaço propõe um diálogo entre ancestralidade, inovação, fabricação digital e sustentabilidade.
Na semana passada (11), o Pavilhão foi entregue como legado à PUC Minas, em cerimônia com a presença da diretoria da ArcelorMittal, PUC Minas, CasaCor Minas e parceiros do projeto.
Com estrutura
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Foto: Barbara Dutra
Na edição de 2026 da CasaCor Minas, a ArcelorMittal e o escritório BCMF Arquitetos voltaram a provocar os limites da arquitetura, do design e da construção civil com o Pavilhão OCA ArcelorMittal.
Instalado nos jardins históricos tombados da PUC Minas Lourdes, o espaço propõe um diálogo entre ancestralidade, inovação, fabricação digital e sustentabilidade.
Na semana passada (11), o Pavilhão foi entregue como legado à PUC Minas, em cerimônia com a presença da diretoria da ArcelorMittal, PUC Minas, CasaCor Minas e parceiros do projeto.
Com estrutura aberta de 160m², o pavilhão inverte a lógica da construção ao transformar o vergalhão de aço – tradicionalmente oculto – no protagonista visual do projeto.
Inspirado no arquétipo da oca indígena brasileira, o projeto rejeita réplicas literais para resgatar o conceito de abrigo coletivo e integrado à natureza.
O grande destaque do espaço é a inversão poética e técnica de um dos materiais mais universais da arquitetura: o vergalhão de aço.
Aço sustentável – Tradicionalmente utilizado como estrutura invisível dentro do concreto armado, o vergalhão da ArcelorMittal assume aqui o papel de elemento estético.
A abóbada curva – que remete tanto às tramas de cestaria indígena quanto às icônicas abóbadas do modernismo – utiliza 2,3 toneladas do aço XCarb.
Produzido com 100% de sucata metálica e 100% de energia elétrica renovável, o material contribui para a redução da pegada de carbono na construção civil e é ativo chave da estratégia de descarbonização da empresa.
“O projeto dialoga diretamente com o atual posicionamento de marca, reforçando a relevância do aço feito no Brasil para o desenvolvimento de diferentes setores da economia nacional”, ressalta Everton Negresiolo, CEO da ArcelorMittal Aços Longos LATAM.
“O Pavilhão OCA ArcelorMittal traduz aquilo que buscamos construir como empresa: soluções que ultrapassam os limites da indústria e geram impacto positivo para a sociedade”, diz ele.
A estrutura de 20 m de comprimento, 8 m de largura e 4 m de altura é composta por 80 arcos principais de vergalhões de 20 mm calandrados em serralheria.
Essa trama metálica permeável filtra a luz natural, produz sombras dinâmicas e elimina a necessidade de fechamentos convencionais.
"Sempre vimos o vergalhão de aço atuando de forma oculta. No Pavilhão OCA, nós invertemos essa lógica e tiramos essa estrutura da sombra para transformá-la na própria arquitetura”, explica Silvio Todeschi, sócio do BCMF Arquitetos.
“A trama curva revela a essência estrutural da forma, evocando a cestaria ancestral ao mesmo tempo em que torna visível aquilo que ficava escondido nas grandes abóbadas do modernismo brasileiro, como as de Niemeyer”, completa.

18 de setembro 2026
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