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Angola quer ampliar acordo para etanol

País acerta parceria bilateral com o BR

Webtranspo

07/07/2010 15h05 | Atualizada em 07/07/2010 18h21


Em visita ao Brasil, José Eduardo dos Santos, presidente de Angola, revelou o desejo de ampliar o intercâmbio entre os dois países para produção de energia renováveis, a partir do etanol fabricado de cana-de-açúcar. Na oportunidade, foi estabelecido uma série de acordos bilaterais nas áreas econômicas e científicas.

Mesmo sendo um dos maiores produtores de petróleo do mundo, Angola quer aproveitar a experiência brasileira em biocombustíveis em grande escala, para ajudar o país a diminuir sua dependência em relação aos combustíveis fósseis.

Na opinião do diretor executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Eduardo Leão de Sousa,

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Em visita ao Brasil, José Eduardo dos Santos, presidente de Angola, revelou o desejo de ampliar o intercâmbio entre os dois países para produção de energia renováveis, a partir do etanol fabricado de cana-de-açúcar. Na oportunidade, foi estabelecido uma série de acordos bilaterais nas áreas econômicas e científicas.

Mesmo sendo um dos maiores produtores de petróleo do mundo, Angola quer aproveitar a experiência brasileira em biocombustíveis em grande escala, para ajudar o país a diminuir sua dependência em relação aos combustíveis fósseis.

Na opinião do diretor executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Eduardo Leão de Sousa, o Brasil pode auxiliar de diversas formas no processo de transferência tecnológica tanto no campo quanto na indústria.

“Podemos contribuir com diversas variedades produtivas de cana, nas modernas técnicas de manejo agrícola, no processamento industrial da cana e, quem sabe, no futuro, apoiar a introdução de carros bicombustível no país,” ressalta Eduardo Leão de Sousa, diretor executivo da Única (União da Indústria de Cana-de-Açúcar).

Joint venture
Em 2009, o grupo privado angolano Damer e a estatal petrolífera Sonangol criou a Biocom (Companhia de Bioenergia de Angola) em parceria com a construtora brasileira Norberto Odebrecht, para produzir açúcar, etanol e bioeletricidade.

O projeto, orçado inicialmente em US$ 258 milhões, prevê a construção de uma usina sucroenergética no município de Cacuso, na província de Malanje, até o início de 2012,. Quando estiver em funcionamento, a usina terá capacidade de produção de 30 milhões de litros de etanol, 250 mil toneladas de açúcar e 160 mil megawatts-hora (MWh) por ano de bioeletricidade.

Foto: Gustavo Ferreira

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