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20 de dezembro de 2013
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EQUIPAMENTOS PARA CONSTRUÇÃO: ANO POSITIVO

O programa de concessões do Governo Federal vem caminhando em um ritmo menor do que o esperado pelo mercado da construção. Mesmo assim, a venda de equipamentos deve obter um resultado positivo neste ano, com uma alta de cerca de 5% ante 2012, alcançando mais de 74,1 mil unidades comercializadas contra 70,3 mil unidades vendidas no ano anterior. A constatação é do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, elaborado pela Sobratema - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração.

Esse desempenho resulta de uma série de fatores, incluindo o crescimento estimado de 13% na comercialização de máquinas de terraplenagem e compactação, a chamada linha amarela. A expectativa é que sejam vendidas 33,3 mil unidades contra mais de 29,4 mil unidades vendidas em 2012. "Esses números marcarão um novo recorde para o setor", afirma Brian Nicholson, um dos consultores responsáveis pela compilação e análise de dados da publicação. O recorde anterior ocorreu em 2011, com mais de 30,5 mil unidades vendidas.

Segundo Nicholson, o resultado positivo da linha amarela decorre, principalmente, de uma ação do Governo Federal, o PAC 2 Equipamentos. “O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) encomendou um grande número de máquinas para serem repassadas a municípios pré-designados com até 50 mil habitantes, fora das principais regiões metropolitanas. Com isso, três categorias de equipamentos, as pás carregadeiras, as retroescavadeiras e as motoniveladoras, deverão ter um expressivo resultado em termos de vendas em 2013, com altas de 11%, 16% e 177%, respectivamente, em comparação a 2012", explica.

Além da linha amarela, os demais equipamentos para construção, um grupo heterogêneo formado por gruas, guindastes, compressores portáteis, plataformas aéreas, manipuladores telescópicos e tratores de pneus, também deverão ter um bom desempenho em 2013, com um aumento nas vendas de 19%. "As plataformas aéreas lideram neste segmento, com uma elevação de 36% ante 2012", destaca Nicholson. Esse equipamento, bastante versátil, encontra-se, especialmente, nas frotas das locadoras.

Em termos de resultados negativos, a demanda para gruas de torre e guindastes caiu, com queda maior nos segmentos de equipamentos all terrain e rough terrain. Além disso, as vendas de caminhões rodoviários demand


O programa de concessões do Governo Federal vem caminhando em um ritmo menor do que o esperado pelo mercado da construção. Mesmo assim, a venda de equipamentos deve obter um resultado positivo neste ano, com uma alta de cerca de 5% ante 2012, alcançando mais de 74,1 mil unidades comercializadas contra 70,3 mil unidades vendidas no ano anterior. A constatação é do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, elaborado pela Sobratema - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração.

Esse desempenho resulta de uma série de fatores, incluindo o crescimento estimado de 13% na comercialização de máquinas de terraplenagem e compactação, a chamada linha amarela. A expectativa é que sejam vendidas 33,3 mil unidades contra mais de 29,4 mil unidades vendidas em 2012. "Esses números marcarão um novo recorde para o setor", afirma Brian Nicholson, um dos consultores responsáveis pela compilação e análise de dados da publicação. O recorde anterior ocorreu em 2011, com mais de 30,5 mil unidades vendidas.

Segundo Nicholson, o resultado positivo da linha amarela decorre, principalmente, de uma ação do Governo Federal, o PAC 2 Equipamentos. “O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) encomendou um grande número de máquinas para serem repassadas a municípios pré-designados com até 50 mil habitantes, fora das principais regiões metropolitanas. Com isso, três categorias de equipamentos, as pás carregadeiras, as retroescavadeiras e as motoniveladoras, deverão ter um expressivo resultado em termos de vendas em 2013, com altas de 11%, 16% e 177%, respectivamente, em comparação a 2012", explica.

Além da linha amarela, os demais equipamentos para construção, um grupo heterogêneo formado por gruas, guindastes, compressores portáteis, plataformas aéreas, manipuladores telescópicos e tratores de pneus, também deverão ter um bom desempenho em 2013, com um aumento nas vendas de 19%. "As plataformas aéreas lideram neste segmento, com uma elevação de 36% ante 2012", destaca Nicholson. Esse equipamento, bastante versátil, encontra-se, especialmente, nas frotas das locadoras.

Em termos de resultados negativos, a demanda para gruas de torre e guindastes caiu, com queda maior nos segmentos de equipamentos all terrain e rough terrain. Além disso, as vendas de caminhões rodoviários demandados pelo setor de construção devem apresentar um decréscimo de 7% em 2013 em comparação com 2012. "Dado o número absoluto de unidades envolvidas, esse tipo de equipamento impacta fortemente no resultado final na comercialização de máquinas", ressalta Brian. "Por esse motivo é que o crescimento total esperado é de 5%, ou seja, menor do que os 13% da linha amarela ou os 19% da categoria demais equipamentos para construção", acrescenta.

Em relação aos setores que utilizam máquinas para a construção, a área de infraestrutura responde pela maior parte dos equipamentos adquiridos em 2013, com 35 mil unidades, o que significa um crescimento de 9,9% ante 2012. A construção civil é o segundo segmento em termos de vendas, com 28 mil unidades, o que representa uma alta de 1,4% em comparação com o ano passado.

 

 

 

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