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07 de novembro de 2019
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EMPRESAS

Produto que aumenta a via útil do asfalto é usado em toda a Orla do Rio

Desenvolvido por brasileiros em parceria com especialistas americanos, o produto Betuseal pode ser usado em vias expressas, estacionamentos, ciclovias, condomínios e parques
Fonte: Assessoria de Imprensa

Criado pela empresa brasileira Betunel, referência nacional no mercado de asfalto e pavimentação, em parceria com a empresa americana Invia Pavement Technologies, o selante Betuseal está sendo utilizado pela prefeitura do Rio de Janeiro para a manutenção das vias de toda a orla da cidade do Rio de Janeiro (do Aeroporto Santos Dummont até o Recreio dos Bandeirantes).

Trata-se de um produto rico em ligante asfáltico, alta quantidade de polímeros e agregados finos britados que aumentam o atrito do pavimento.
Depois de aplicado, o produto cria uma manta de dois milímetros de espessura que bloqueia a ação do tempo no asfalto e prolonga a vida útil das vias em até quatro anos.

Como premissa básica, o Betuseal só pode ser aplicado em trechos de vias que apresentem boas condições (sem buracos ou grande falhas).

Segundo Gregory Maitre, diretor da empresa, ao mesmo tempo que protege a superfície na qual é aplicada, o Betuseal devolve ao pavimento o seu visual novo, potencializando a sinalização das vias.

A solução, além de ser mais barata do que um recapeamento completo ou um reparo com micro revestimento de asfalto, tem como objetivo principal a proteção e manutenção da via em trechos nos quais os dois serviços citados não são necessários.

Antes da aplicação do Betuseal, uma equipe técnica da empresa realiza vistorias nos trechos selecionados para avaliar se é possível a aplicação do produto. Nos trechos reprovados pela área técnica da companhia, são emitidos laudos para a prefeitura e, só após o reparo realizado pelo cliente, é iniciada a aplicação.

“É importante explicar que cada tipo de serviço tem uma finalidade e um não substitui o outro. O Betuseal é um produto/serviço de manutenção preventiva e permite que se aumente a vida útil do pavimento. O que acontece no Brasil, hoje, é que esse tipo de manutenção raramente é feita e acaba custando mais caro depois. Sem esse tipo de manutenção, o pavimento se deteriora mais rapidamente e o órgão público tem que gastar pelo menos oito vezes mais do que na aplicação do Betuseal para fresar e recapear um trecho que já sofreu um desgaste maior”, explica Maitre.