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07 de novembro de 2019
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ARTIGO

Manutenção prescritiva é o futuro da indústria

Um passo além da manutenção preditiva, a evolução prescritiva vem para ocupar o seu lugar no mercado com benefícios diretos para o processo de automatização da área industrial
Fonte: Assessoria de Imprensa

Por Carlos Rubim*

Desde que o mundo passou por sua primeira Revolução Industrial, trazendo desenvolvimento, inovação e novos conhecimentos, os processos industriais não pararam de evoluir e cada vez mais as máquinas ocuparam seus lugares nas fábricas.

Com isso, uma nova demanda surgiu: a manutenção de máquinas e equipamentos, já que para garantir um bom funcionamento e alta produtividade, a prevenção de falhas e correções torna imperativo o advento da manutenção.

Jornada de evolução dos sistemas de manutenção
Pode-se dizer que foi a partir de 1914, com a Primeira Guerra Mundial, que as técnicas de manutenção se tornaram mais aprimoradas.

A cada revolução industrial, com as novas tecnologias de produção surgem também novas abordagens de manutenção. Conceitualmente, pode-se classificar em quatro os tipos de manutenção praticadas pela indústria.

Manutenção reativa ou corretiva: também conhecida como run to failure – ou, traduzindo, funcionando até a falha – é aquela em que nenhuma análise é feita e a manutenção só acontece após a falha do equipamento. Apesar de ser uma abordagem dita primitiva, por vezes é justificada dada baixíssima criticidade do ativo dentro do processo produtivo e relativo baixo custo em sua manutenção;

Manutenção preventiva: quando o sistema operacional é interrompido de tempos em tempos para corrigir o que for (ou não) necessário e trocar peças que têm uma validade pré-determinada pelo fabricante, independentemente se a máquina apresenta falhas ou não. É uma abordagem muito utilizada que pode ser demasiadamente dispendiosa, pois pode-se substituir partes e peças na metade de sua vida útil e substitui-las por outras com defeitos e/ou vícios em sua fabricação, por exemplo;

Manutenção preditiva: é monitoramento das condições de funcionamento. Rotas de verificações frequentes são traçadas para se saber o real estado momentâneo do equipamento e, a partir dos resultados e tendências destas medições, são tomadas decisões de reparo ou continuidade;