19 de março de 2020
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ARTIGO

Como se manter competitivo no mercado imobiliário

No 3º trimestre do ano passado os lançamentos de imóveis residenciais no país saltaram quase 24% em relação a igual período de 2018, segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)
Fonte: Assessoria de Imprensa

O desejo de estabilidade econômica, a queda da taxa de juros e a maior confiança dos consumidores são fatores que ajudaram a reaquecer o setor imobiliário e de construção civil no Brasil em 2019, após um significativo período de retração nos últimos anos.

No 3º trimestre do ano passado os lançamentos de imóveis residenciais no país saltaram quase 24% em relação a igual período de 2018, segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). E a tendência, segundo projeção do mercado financeiro, é de contínuo crescimento do segmento em 2020.

Diante deste cenário, startups ganham cada vez mais espaço e revolucionam a maneira de alugar e vender imóveis, atendendo às mudanças no comportamento do consumidor com as facilidades tecnológicas. Elas chegam como facilitadoras das transações imobiliárias, além de aumentarem a qualidade das informações oferecidas aos clientes e reduzir burocracia e custos.

O consumidor atualmente busca a otimização do tempo e evita processos burocráticos e demorados.

Por isso, todo tipo de inovação capaz de substituir processos analógicos e ultrapassados, que consigam otimizar diversos aspectos ...


O desejo de estabilidade econômica, a queda da taxa de juros e a maior confiança dos consumidores são fatores que ajudaram a reaquecer o setor imobiliário e de construção civil no Brasil em 2019, após um significativo período de retração nos últimos anos.

No 3º trimestre do ano passado os lançamentos de imóveis residenciais no país saltaram quase 24% em relação a igual período de 2018, segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). E a tendência, segundo projeção do mercado financeiro, é de contínuo crescimento do segmento em 2020.

Diante deste cenário, startups ganham cada vez mais espaço e revolucionam a maneira de alugar e vender imóveis, atendendo às mudanças no comportamento do consumidor com as facilidades tecnológicas. Elas chegam como facilitadoras das transações imobiliárias, além de aumentarem a qualidade das informações oferecidas aos clientes e reduzir burocracia e custos.

O consumidor atualmente busca a otimização do tempo e evita processos burocráticos e demorados.

Por isso, todo tipo de inovação capaz de substituir processos analógicos e ultrapassados, que consigam otimizar diversos aspectos serão aderidas pelos clientes imobiliários.

É aí que as empresas tradicionais podem se manter competitivas neste cenário. Atualizar seus processos e investir em tecnologias que atendam às necessidades e expectativas dos seus consumidores. Desta forma, as imobiliárias passam a fazer negociações mais eficazes e menos demoradas.

Gestão dos processos
Mais que auxiliar no planejamento estratégico e diminuir custos envolvidos nos processos, o uso de um ERP (software de gestão empresarial), por exemplo, ajuda as imobiliárias a resolverem desafios nos processos, principalmente na gestão dos contratos de locação e venda de imóveis.

É possível, em uma única solução, ter uma visão integrada e completa das partes financeiras, contábeis e fiscais do negócio, tornando automática as atividades referentes a cada contrato.

Desta forma, fica fácil de visualizar o fluxo de caixa e estimar as metas e receitas de venda para um período.

Outro benefício do sistema é o gerenciamento da carteira de recebíveis, com controle da inadimplência, gerando um sistema de cobrança amigável e com possíveis projeções de campanhas de antecipação de recebimento.

Independente da tecnologia utilizada, as empresas que conseguirem manter o padrão de atendimento, gerar experiência positiva ao cliente e entregar o produto, ainda estarão na disputa pela fatia de mercado.

* Eduardo Pires (foto), diretor do segmento de Construção e Incorporação da Totvs