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20 de abril de 2018
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Entrevista

Concremat assume plano de saneamento do Rio Grande do Sul

 

Foi lançado no ano passado, o Plano Estadual de Saneamento do Rio Grande Sul – Planesan-RS. O projeto será elaborado pela Concremat, coordenado pela Secretaria Estadual de Obras, Saneamento e Habitação e acompanhado pelo Conselho Estadual de Saneamento – Conesan. A conclusão está prevista para o primeiro bimestre de 2019. O Planesan-RS estabelece orientações para as medidas a serem desenvolvidas pelos próximos 20 anos no Rio Grande do Sul. A pesquisa abrange abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem. O intuito é identificar as regiões mais críticas e a necessidade de investimentos em cada área a partir de estudos técnicos e de consulta à população. Para isso, serão realizadas audiências públicas em todas as 25 bacias hidrográficas do Estado. Atualmente, 170 pequenas cidades gaúchas não são abastecidas pela Corsan. Apenas 14% do esgoto produzido no Rio Grande do Sul é coletado e tratado. Para elevar este índice para 90%, o governo precisará investir R$ 15 bilhões.

 

 


 

Foi lançado no ano passado, o Plano Estadual de Saneamento do Rio Grande Sul – Planesan-RS. O projeto será elaborado pela Concremat, coordenado pela Secretaria Estadual de Obras, Saneamento e Habitação e acompanhado pelo Conselho Estadual de Saneamento – Conesan. A conclusão está prevista para o primeiro bimestre de 2019. O Planesan-RS estabelece orientações para as medidas a serem desenvolvidas pelos próximos 20 anos no Rio Grande do Sul. A pesquisa abrange abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem. O intuito é identificar as regiões mais críticas e a necessidade de investimentos em cada área a partir de estudos técnicos e de consulta à população. Para isso, serão realizadas audiências públicas em todas as 25 bacias hidrográficas do Estado. Atualmente, 170 pequenas cidades gaúchas não são abastecidas pela Corsan. Apenas 14% do esgoto produzido no Rio Grande do Sul é coletado e tratado. Para elevar este índice para 90%, o governo precisará investir R$ 15 bilhões.