Logística
Webtranspo
13/05/2011 09h50 | Atualizada em 13/05/2011 13h43
A displicência da ALL (América Latina Logística) em relação aos vagões fora de uso rendeu algumas ações para a empresa nos últimos anos. Os equipamentos muitas vezes se encontravam ao longo da malha ferroviária em que atua ou em pátios, oferecendo risco à saúde e contribuindo com a criminalidade.
Em outros casos, os vagões em questão estavam prejudicando a logística ferroviária, como no caso dos equipamentos sinistrados que estavam próximos aos trilhos, na malha da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste), próximo ao município de Nova Laranjeiras, na região central do Estado do Paraná.
De acordo com declarações de Maurício Querino Theodoro, presidente da Ferro
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A displicência da ALL (América Latina Logística) em relação aos vagões fora de uso rendeu algumas ações para a empresa nos últimos anos. Os equipamentos muitas vezes se encontravam ao longo da malha ferroviária em que atua ou em pátios, oferecendo risco à saúde e contribuindo com a criminalidade.
Em outros casos, os vagões em questão estavam prejudicando a logística ferroviária, como no caso dos equipamentos sinistrados que estavam próximos aos trilhos, na malha da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste), próximo ao município de Nova Laranjeiras, na região central do Estado do Paraná.
De acordo com declarações de Maurício Querino Theodoro, presidente da Ferroeste, em março houve a necessidade de afastar algumas sucatas dos vagões que estavam atrapalhando o tráfego de veículos.
Em razão disso, a Ferroeste alterou o traçado dos trilhos, o que reduziu a velocidade máxima dos trens para dez quilômetros por hora, quando normalmente era de 50 quilômetros por hora.
Com o objetivo de reverter a situação, a operadora logística concluiu nesta semana a retirada dos equipamentos. Com o fim dos trabalhos, que estavam previstos para serem concluídos até o fim de abril, os trilhos devem ser transferidos para o leito original, o que permitirá a retomada da atividade normal da Ferroeste. No entanto, a previsão dos técnicos para que isso ocorra é final de maio e início de junho.
Ao todo, a ALL retirou 240 toneladas de equipamentos do local. Os doze vagões removidos estão sendo direcionados para as oficinas da empresa, em Ponta Grossa, para serem recuperados e colocados novamente em operação. De acordo com a Ferroeste, o investimento para a operação ultrapassou os R$ 100 mil.
09 de janeiro 2020
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