Assessoria de Imprensa
23/09/2021 11h00 | Atualizada em 23/09/2021 12h55
Programa inédito de economia circular em grandes empreendimentos imobiliários já está sendo desenvolvido na capital paulista. A Trisul e a Placo do Brasil, empresa do grupo Saint-Gobain, firmaram parceria e iniciaram o processo para reúso do gesso obtido por restos de drywall nas construções.
Também conhecida como construção a seco, a técnica utiliza placas em vez de alvenaria ou gesso em pó tradicional, trazendo versatilidade; além das vantagens de não utilizar água, acelerar as obras e de produzir menos resíduos.
“O drywall gera apenas 5% de resíduo, o que é 15% a menos do que na alvena
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Programa inédito de economia circular em grandes empreendimentos imobiliários já está sendo desenvolvido na capital paulista. A Trisul e a Placo do Brasil, empresa do grupo Saint-Gobain, firmaram parceria e iniciaram o processo para reúso do gesso obtido por restos de drywall nas construções.
Também conhecida como construção a seco, a técnica utiliza placas em vez de alvenaria ou gesso em pó tradicional, trazendo versatilidade; além das vantagens de não utilizar água, acelerar as obras e de produzir menos resíduos.
“O drywall gera apenas 5% de resíduo, o que é 15% a menos do que na alvenaria, que no caso não será desperdiçado. A Trisul reaproveita tudo e agora, em parceria com a Saint-Gobain, somos pioneiros em reúso do gesso, ampliando a economia circular”, conta Roberto Júnior, diretor de engenharia da construtora e incorporadora paulista Trisul.
Neste processo, todos os resíduos de drywall são coletados e armazenados em local específico nos canteiros, separados de outros materiais, como madeira, metais, papéis e plástico, e levados pela fabricante Placo para reaproveitamento em sua linha de produção.
“Os resíduos são levados para a reciclagem e então passam por um processo de trituração e remoção do papel. Esse gesso isolado possui a mesma estrutura química da gipsita que é o minério utilizado para a produção das placas de gesso. Desse modo, o material limpo pode ser utilizado novamente na cadeia produtiva”, explica Carlos Mattar, Diretor Comercial de Vendas Técnicas da Saint-Gobain.
A técnica de reúso está sendo utilizada no empreendimento Sonare Pinheiros da Trisul. “Estimamos retornar à cadeira produtiva cerca de 80m³ do material residual de placas de gesso. Isso sem contar na antecipação de entrega ao cliente, que também é reduzida, já que a construção a seco demanda menos tempo”, afirma Roberto Júnior.
A sustentabilidade no meio imobiliário busca minimizar os impactos negativos ao meio ambiente e à sociedade. De acordo com os dados da última pesquisa do United States Green Building Council (USGBC), instituto criador de um sistema de classificação de edifícios sustentáveis, o Brasil ocupa a 5ª posição no ranking mundial, do qual fazem parte 180 países.
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