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29/03/2012 11h12 | Atualizada em 29/03/2012 14h15
Em 2011, o TCP (Terminal de Contêineres de Paranaguá) atingiu uma receita de R$ 334 milhões, alta de 15% sobre o número alcançado no ano anterior. Neste período, o terminal registrou um crescimento de 7% na movimentação de contêineres, com destaque para as importações.
“Nosso crescimento foi motivado por ganhos de produtividade, que permitiram o incremento do volume dos serviços existentes e a entrada de duas novas linhas de serviços, sendo uma para Estados Unidos e Caribe e outra para a Europa”, afirma Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial do TCP.
O executivo também destaca que, em 2011, o TCP iniciou um plano de investimentos de R$ 250 milhões até o final deste ano. Deste montante, R$ 51 milhões já fo
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Em 2011, o TCP (Terminal de Contêineres de Paranaguá) atingiu uma receita de R$ 334 milhões, alta de 15% sobre o número alcançado no ano anterior. Neste período, o terminal registrou um crescimento de 7% na movimentação de contêineres, com destaque para as importações.
“Nosso crescimento foi motivado por ganhos de produtividade, que permitiram o incremento do volume dos serviços existentes e a entrada de duas novas linhas de serviços, sendo uma para Estados Unidos e Caribe e outra para a Europa”, afirma Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial do TCP.
O executivo também destaca que, em 2011, o TCP iniciou um plano de investimentos de R$ 250 milhões até o final deste ano. Deste montante, R$ 51 milhões já foram repassados para a compra de novos equipamentos, que começaram a operar neste mês, dentre esses estão dois portêineres Post Panamax da marca Liebherr, seis transtêineres e nove caminhões. “Com isso, nossa capacidade atingiu 1,2 milhão de TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés)”, afirmou.
O processo de modernização do terminou contou ainda com investimentos em manutenção e melhoria da gestão, que permitiram um aumento de 20% na produtividade. Este aporte resultou na redução de custos operacionais para os clientes do TCP, por meio da liberação mais rápida dos navios, da redução de 37% no tempo médio de espera de atracação e da redução de 44% no número de cargas que não conseguiram ser embarcadas na data prevista.
Além disso, o TCP conseguiu, com estes investimentos, atrair embarcações de porte maior. “Como resultado, em fevereiro passado o nosso terminal recebeu o navio Cosco Vietnan, maior já atracado no Brasil, com 334 metros”, afirmou Silva.
Para este ano, o terminal deverá iniciar a construção de um terceiro píer de atracação, de 315 metros, somente para viabilizar esta nova estrutura serão gastos R$ 140 milhões. Somado a isso, o TCP destinará R$ 60 milhões para a aquisição de novos equipamentos para o novo píer, dois portêineres Super Post Panamax, seis transtêineres e 12 caminhões.
“Estes investimentos permitirão ao TCP dar um novo salto em sua capacidade e eficiência, oferecendo para seus clientes serviços melhores a custos menores. Nossa meta é atingir capacidade de 1,5 milhão de TEUs até o final de 2013”, afirma Luiz Antonio Alves, diretor Financeiro do complexo. “Comemoramos os importantes avanços obtidos ano passado, que proporcionou redução de custos operacionais aos nossos clientes. Mas reconhecemos que temos que continuar avançando para fazer do TCP um terminal com os padrões de excelência dos melhores portos mundiais”, finalizou.
09 de janeiro 2020
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