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06/08/2010 14h43 | Atualizada em 06/08/2010 19h18
Nesta quinta-feira, 5, o governador do Paraná Orlando Pessuti assinou uma ordem de serviço para a reconstrução e ampliação do porto seco instalado no terminal da Ferroeste, em Cascavel.
O espaço atende as necessidades de desembaraço aduaneiro na região e, com as obras, terá ampliada a infraestrutura de transbordo de grãos para atender produtores, agroindústrias e cooperativas, inclusive do Paraguai.
Conforme anunciado, os produtores paraguaios utilizarão a ferrovia para exportar soja, milho e trigo, inclusive para o mercado interno brasileiro, além de importar insumos agrícolas como adubos, fertilizantes e calcário. Atu
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Nesta quinta-feira, 5, o governador do Paraná Orlando Pessuti assinou uma ordem de serviço para a reconstrução e ampliação do porto seco instalado no terminal da Ferroeste, em Cascavel.
O espaço atende as necessidades de desembaraço aduaneiro na região e, com as obras, terá ampliada a infraestrutura de transbordo de grãos para atender produtores, agroindústrias e cooperativas, inclusive do Paraguai.
Conforme anunciado, os produtores paraguaios utilizarão a ferrovia para exportar soja, milho e trigo, inclusive para o mercado interno brasileiro, além de importar insumos agrícolas como adubos, fertilizantes e calcário. Atualmente, o Paraguai utiliza os portos de Nova Palmeira, no Uruguai, e de Rosário, na Argentina.
Segundo Neuroci Antonio Frizzo, presidente da Ferroeste, um grupo de cooperativas e exportadores paraguaios está investindo R$ 2,3 milhões na infraestrutura do porto seco. O grupo é formado pela Central Nacional de Cooperativas do Paraguai (Unicoop) e pelas empresas Agro Silos El Produtor, Companhia Dekalpar e Trebol Agrícola, responsáveis por 60% da produção de soja do país vizinho.
“Os paraguaios entram como os principais colaboradores e usuários do porto seco”, disse diretor técnico-operacional da Codapar, Davi Pinezi. O grupo deve começar a operar ainda este ano com a importação de fertilizantes.
A partir da safra de 2011, a previsão é de movimentar 200 mil toneladas de grãos com destino ao Porto de Paranaguá, podendo chegar a 400 mil toneladas por ano, em 2012.
O projeto envolve a Ferroeste, Codapar, Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), Ministério da Agricultura, Claspar (Empresa Paranaense de Classificação de Produtos), Receita Federal e o grupo de investidores paraguaios, além de todos os usuários que necessitem de desembaraço aduaneiro.
09 de janeiro 2020
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