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Plano emergencial quer recuperar 150 km de rodovias estratégicas para setor em MS

Obras dos primeiros 100 dias já começaram pela MS-040 e incluem tapa-buracos, limpeza e reforço da sinalização

g1

05/02/2026 17h10


O Consórcio Caminhos da Celulose iniciou, um plano emergencial de reparos em 150 quilômetros de rodovias da Rota da Celulose, em Mato Grosso do Sul.

As ações fazem parte dos primeiros 100 dias da concessão, apresentados no dia 2 de fevereiro em Campo Grande.

O plano emergencial prevê serviços de tapa-buracos, limpeza das pistas e reforço da sinalização.

Segundo o consórcio, as obras já começaram na MS-040, trecho considerado crítico para a segurança viária, e serão realizadas de forma distribuída em toda a malha concedida.

“São 150 quilômetros de recupera&

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O Consórcio Caminhos da Celulose iniciou, um plano emergencial de reparos em 150 quilômetros de rodovias da Rota da Celulose, em Mato Grosso do Sul.

As ações fazem parte dos primeiros 100 dias da concessão, apresentados no dia 2 de fevereiro em Campo Grande.

O plano emergencial prevê serviços de tapa-buracos, limpeza das pistas e reforço da sinalização.

Segundo o consórcio, as obras já começaram na MS-040, trecho considerado crítico para a segurança viária, e serão realizadas de forma distribuída em toda a malha concedida.

“São 150 quilômetros de recuperação distribuídos por toda a malha. Não é concentrado em um único trecho”, afirmou o diretor-presidente do Consórcio Caminhos da Celulose, Luiz Fernando de Donno.

Segundo ele, os pontos atendidos foram definidos a partir de levantamentos técnicos.

Rodovias cruciais para cadeia da celulose - A concessão reúne 870 quilômetros de rodovias federais e estaduais, que concentram tráfego intenso de caminhões ligados à cadeia da celulose.

O objetivo das intervenções emergenciais é melhorar as condições de tráfego e reduzir riscos de acidentes, enquanto os projetos estruturais de longo prazo são preparados.

O consórcio informou que já está instalado no estado, com sede em Campo Grande, e que prioriza a contratação de mão de obra local. “Nós já temos colaboradores contratados, e a prioridade é empregar trabalhadores da região”, disse De Donno.

De acordo com a concessionária, não há possibilidade de redução das obras previstas em contrato. A flexibilidade citada no edital se refere apenas a eventuais ampliações.

“A flexibilidade existe para o caso de crescimento do tráfego. Não há previsão de diminuir quilometragem”, explicou o diretor-presidente.

Concessão 870,3 km de rodovias - O contrato de concessão de 870,3 km de rodovias tem duração de 30 anos e prevê R$ 10,1 bilhões em investimentos. Entre as melhorias programadas ao longo do período estão duplicações, terceiras faixas, acostamentos, marginais e contornos urbanos.

As rodovias que fazem parte do projeto são: BR-262: entre Campo Grande e Três Lagoas; BR-267: entre Nova Alvorada do Sul e Bataguassu; MS-040: entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo; MS-338: entre Santa Rita do Pardo e o entroncamento com a MS-395; e, MS-395: entre o entroncamento da MS-338 e Bataguassu.

A concessão prevê a duplicação de 115 quilômetros nas rodovias em até oito anos.

A maior parte das obras será na BR-262, com 101,7 quilômetros de pista dupla, incluindo o trecho entre Campo Grande e Ribas do Rio Pardo e o contorno de Ribas do Rio Pardo.

Já os 13,5 quilômetros restantes ficam na BR-267, perto da divisa entre Mato Grosso do Sul e São Paulo, com obras previstas entre o sétimo e o oitavo ano da concessão.

Pedágio - A cobrança de pedágio só poderá começar após a conclusão das etapas iniciais previstas em contrato, o que deve ocorrer a partir do 12º mês de concessão.

O sistema adotado será o Free Flow, sem praças físicas. “O usuário não precisa parar. O pagamento poderá ser feito por tag ou pela plataforma digital da concessionária”, explicou De Donno.

A assinatura do contrato de concessão entre o governo do estado e o Consórcio Caminhos da Celulose está marcada para sexta-feira (6).

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