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Mercado de trabalho da construção civil perdeu força em outubro de 2022

O resultado ocorreu em função da forte desaceleração no ritmo de novas vagas criadas em especial na Construção de Edifícios e nas Obras de Infraestrutura

CBIC

05/12/2022 08h05 | Atualizada em 07/12/2022 15h13


A construção civil gerou 5.348 novos postos de trabalho em outubro, resultado da diferença entre 174.681 admissões e 169.333 demissões, conforme dados do Novo Caged, divulgados no dia 29 de novembro pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Apesar de manter o ritmo positivo na geração de empregos, esse foi o menor número de novas vagas criadas pelo setor no ano. De janeiro a setembro de 2022, o setor abriu uma média mensal superior a 30 mil novos postos de trabalho.

O resultado do décimo mês do ano ocorreu em função da forte desaceleração no ritmo de novas vagas criadas em todos os três segmentos do setor, em especial na Construção de Edifícios e nas Obras de Infraestrutura, que, em outubro, responderam por 155 e 197 novos postos de trabalho, respectivamente. Esses números são bem mais modestos do que os registrados nos meses anteriores.

Na avaliação da economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, é preciso considerar que as obras de infraestrutura foram impulsionadas por 2022 ser um ano eleitoral.

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A construção civil gerou 5.348 novos postos de trabalho em outubro, resultado da diferença entre 174.681 admissões e 169.333 demissões, conforme dados do Novo Caged, divulgados no dia 29 de novembro pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Apesar de manter o ritmo positivo na geração de empregos, esse foi o menor número de novas vagas criadas pelo setor no ano. De janeiro a setembro de 2022, o setor abriu uma média mensal superior a 30 mil novos postos de trabalho.

O resultado do décimo mês do ano ocorreu em função da forte desaceleração no ritmo de novas vagas criadas em todos os três segmentos do setor, em especial na Construção de Edifícios e nas Obras de Infraestrutura, que, em outubro, responderam por 155 e 197 novos postos de trabalho, respectivamente. Esses números são bem mais modestos do que os registrados nos meses anteriores.

Na avaliação da economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, é preciso considerar que as obras de infraestrutura foram impulsionadas por 2022 ser um ano eleitoral.

“De certa forma, já era aguardada uma redução do seu ritmo. Entretanto, a forte redução do segmento de Construção de Edifícios surpreendeu e pode estar relacionada aos momentos de incerteza do cenário nacional”, frisou.

Ieda destaca que o ritmo de vagas geradas pela construção sempre perde força nos últimos meses do ano, em especial no mês de dezembro, e que, de imediato, novembro e dezembro também podem registrar números diferentes dos patamares dos meses anteriores.

Resultados – Apesar do número modesto de novas vagas criadas em outubro, a economista salienta que o setor acumula resultados positivos.

De janeiro a outubro foram gerados 288.517 novos postos de trabalho na construção, em todo o país, sendo 120.518 na Construção de Edifícios, 66.541 nas obras de infraestrutura e 101.458 nos Serviços Especializados da Construção.

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