Assessoria de Imprensa
09/03/2026 15h18 | Atualizada em 09/03/2026 15h22
Em fevereiro, as vendas de cimento totalizaram 4,9 milhões de toneladas, registrando uma queda de 5,1% em relação ao mesmo mês de 2025, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).
No acumulado do primeiro bimestre, o setor apresentou retração de 1,9% frente ao ano passado.
De acordo com o SNIC, o resultado negativo no fechamento mensal deve-se principalmente a dois fatores: o calendário reduzido e o alto volume de chuva, especialmente nas regiões Sudeste e Centro Oeste.
Por outro lado, o Norte e Nordeste permanecem com forte desempenho.



Em fevereiro, as vendas de cimento totalizaram 4,9 milhões de toneladas, registrando uma queda de 5,1% em relação ao mesmo mês de 2025, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).
No acumulado do primeiro bimestre, o setor apresentou retração de 1,9% frente ao ano passado.
De acordo com o SNIC, o resultado negativo no fechamento mensal deve-se principalmente a dois fatores: o calendário reduzido e o alto volume de chuva, especialmente nas regiões Sudeste e Centro Oeste.
Por outro lado, o Norte e Nordeste permanecem com forte desempenho.
Fonte: SNIC
Contudo, a demanda segue aquecida: a comercialização por dia útil subiu 4,5%, atingindo 244,1 mil toneladas.
O dado indica que, apesar dos entraves climáticos, o consumo de cimento por dia trabalhado superou o desempenho do ano anterior.
O setor ainda encontra suporte no vigor do mercado imobiliário e pelos indicadores de emprego e renda.
As vendas e lançamentos de imóveis alcançaram recordes de 5,4% e 10,6% em 2025, respectivamente, com destaque para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que hoje representa 52% dos lançamentos no país.
Esse cenário é reforçado por um mercado de trabalho com desemprego que fechou o ano em 5,1% – o menor nível desde 2012 – e massa salarial recorde.
No entanto, houve queda na confiança da construção e do consumidor.
O endividamento das famílias e a taxa Selic mantida em 15% ao ano surgem como os principais desafios ao crédito, observa o sindicato, evidenciados pela retração de 30,43% nos financiamentos para construção (ABECIP), em 2025.
Soma-se como preocupação adicional do setor, a crescente escassez de mão de obra nos canteiros.

Fonte: SNIC
No contexto internacional, o conflito no Oriente Médio já impacta o preço do petróleo e influencia no câmbio e no custo do coque, insumo essencial para a produção do cimento.
“No momento em grande volatilidade do preço do petróleo, a indústria brasileira de cimento reafirma seu protagonismo na transição energética global ao aliar competitividade e inovação”, ressalta Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC.
“Já operamos com indicadores de emissões significativamente menores que a média mundial e, com o suporte da ferramenta de mapeamento de resíduos, estamos pavimentando o caminho para viabilizar a substituição de combustíveis fósseis em larga escala e atingir a neutralidade climática até 2050”, ressalta.
06 de março 2026
Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP
Telefone (11) 3662-4159
© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade