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Índice ABCR cai 2,3% em setembro

Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu baixas de 2,8% em veículos leves e 1,2% em pesados

Assessoria de Imprensa

09/10/2026 12h12 | Atualizada em 09/10/2026 12h16


O Índice ABCR referente a setembro de 2026 apresentou redução de 2,3% na comparação dessazonalizada com agosto.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.

Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu baixas de 2,8% em veículos leves e 1,2% em pesados.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total cresceu 0,2%, com queda de 1,1% no fluxo de veículos pesados e leve alta de 0,7% do segmento de leves.

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O Índice ABCR referente a setembro de 2026 apresentou redução de 2,3% na comparação dessazonalizada com agosto.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.

Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu baixas de 2,8% em veículos leves e 1,2% em pesados.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total cresceu 0,2%, com queda de 1,1% no fluxo de veículos pesados e leve alta de 0,7% do segmento de leves.

Nos últimos doze meses, o índice total e suas aberturas apresentaram alta de 2%.

“Em setembro, o fluxo total de veículos nas praças de pedágio monitoradas pela ABCR recuou na série dessazonalizada, puxado sobretudo pelos veículos leves e, em menor medida, pelos pesados, numa acomodação após a alta de agosto”, comentam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert.

A trajetória dos últimos trimestres, porém, indica perda gradual de dinamismo em todos os segmentos e estados analisados.

Esse movimento aparece também no acumulado em 12 meses, que convergiu para 2% no fluxo total e nos dois segmentos, abaixo das taxas anteriores de 2,5% no total, 2,6% nos leves e 2,3% nos pesados.

“No caso de leves, o desempenho acompanha a perda de fôlego do consumo das famílias, limitado pelo crédito restrito, endividamento elevado e maior parte da renda comprometida com dívidas, apesar do mercado de trabalho aquecido, enquanto o preço dos combustíveis restringe as viagens a lazer”, observam.

Entre os veículos pesados, a desaceleração reflete a menor atividade da indústria de transformação, que reduz a demanda por transporte de carga, e o fim dos efeitos positivos da safra agrícola do início do ano.

“A expansão da infraestrutura logística, impulsionada pelo comércio eletrônico, compensa parte dessa perda”, dizem os analistas.

“Nos custos, o prolongamento da guerra no Oriente Médio contribuiu para a alta do diesel em setembro, o que encareceu o frete e a produção agrícola e reforçou a pressão sobre a demanda por transporte de cargas”, pontuam.

Em São Paulo, o fluxo pedagiado total de veículos teve uma queda de 3% em setembro, na série dessazonalizada.

Nesse mesmo critério, os leves apresentaram queda de 3,5% e pesados 1%.

Em relação ao mesmo período de 2025, o índice total registrou redução de 0,4%.

O fluxo pedagiado de veículos leves diminuiu 0,1% e de pesados 1,3%.

No acumulado em 12 meses, o índice total registrou avanço de 1,6%, refletindo altas de 1,6% no fluxo de veículos leves e de 1,5% no de pesados.

No Rio de Janeiro, o fluxo total apresentou queda de 6,8% comparado a agosto na série dessazonalizada.

O resultado decorreu das retrações de 5,1% em leves e de 5,6% em pesados.

Na comparação com setembro de 2025, o índice total registrou queda de 2,3%, resultado da diminuição de 1,6% em veículos leves e de 5,6% em pesados.

Nos últimos 12 meses, o índice total cresceu 2,5%.

O fluxo pedagiado de veículos leves acumulou alta de 2,6% e o fluxo de pesados, de 2,1%.

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