Assessoria de Imprensa
09/01/2026 10h09 | Atualizada em 09/01/2026 10h51
O Índice ABCR referente a dezembro de 2025 avançou 0,5% na comparação dessazonalizada com novembro. O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.
Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a alta de 0,5% em leves, apesar da queda de 3,5% nos veículos pesados.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 3,6%, impulsionado pela alta de 3,4% no fluxo de veículos leves e de 4,3% do segmento de pesados.
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O Índice ABCR referente a dezembro de 2025 avançou 0,5% na comparação dessazonalizada com novembro. O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.
Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a alta de 0,5% em leves, apesar da queda de 3,5% nos veículos pesados.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 3,6%, impulsionado pela alta de 3,4% no fluxo de veículos leves e de 4,3% do segmento de pesados.
Em 2025, o índice total avançou 2,5%, fruto do aumento de 2,6% no fluxo de veículos leves e de 2,3% no de pesados.
“Em 2025, o índice total cresceu 2,5%, impulsionado por avanços de 2,6% no fluxo de veículos leves e 2,3% nos pesados. O resultado refletiu o dinamismo do mercado de trabalho, que aumentou os deslocamentos diários e fortaleceu a renda das famílias, sustentando viagens a passeio. No segmento pesado, a expansão do e-commerce, a maior demanda por serviços logísticos e o bom desempenho da produção agropecuária foram fatores decisivos para manter o crescimento ao longo do ano.”, comentam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert.
“Em dezembro, os veículos leves atingiram o maior patamar histórico da série dessazonalizada, enquanto os pesados registraram a segunda queda consecutiva após o pico em outubro, influenciados pelo efeito calendário com menos dias úteis. Para 2026, a conjuntura macroeconômica indica desafios como crédito restrito, inadimplência elevada e juros altos, que devem limitar o consumo e reduzir a demanda por bens industriais, afetando o transporte pesado. Ainda assim, medidas governamentais, como a reforma do IRPF e programas de estímulo, podem sustentar parte da demanda por viagens e oferecer alguma resiliência ao segmento de veículos comerciais.”, pontuam.
Estados - Em São Paulo, o fluxo pedagiado total de veículos recuou 0,3% em dezembro, na série dessazonalizada. Nesse mesmo critério, os leves apresentaram estabilidade (0,0%) e pesados recuaram 3,9%.
Em relação ao mesmo período de 2024, o índice total registrou alta de 3,2%. O fluxo pedagiado de veículos leves avançou 2,8% e pesados 4,5%.
Em 2025, o índice total registrou avanço de 2,0%, refletindo altas de 2,0% no fluxo de veículos leves e de 1,9% no de pesados.
No Rio de Janeiro, o fluxo total recuou 0,2% comparado a novembro na série dessazonalizada. O resultado decorreu da alta de 0,2% no fluxo de veículos leves e da queda de 1,5% no de pesados.
Na comparação com dezembro de 2024, o índice total registrou alta de 2,7%, resultado do avanço de 2,2% nos veículos leves e de 5,0% nos veículos pesados.
Em 2025, o índice total cresceu 1,6%. O fluxo pedagiado de veículos leves acumulou alta de 1,4% e o fluxo de pesados, de 2,4%.
07 de janeiro 2026
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