Assessoria de Imprensa
11/05/2026 10h51 | Atualizada em 13/05/2026 14h10
O Índice ABCR referente a abril de 2026 apresentou alta de 2,1% na comparação dessazonalizada com fevereiro.
O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.
Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a alta de 2,7% nos veículos leves, enquanto pesados caiu 1,4%.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 3,2%, impulsionado pela alta de 3,7% no fluxo de veículos pesados e de 3,1% do segmento de leves.
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O Índice ABCR referente a abril de 2026 apresentou alta de 2,1% na comparação dessazonalizada com fevereiro.
O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.
Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a alta de 2,7% nos veículos leves, enquanto pesados caiu 1,4%.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 3,2%, impulsionado pela alta de 3,7% no fluxo de veículos pesados e de 3,1% do segmento de leves.
Nos últimos doze meses, o índice total avançou 2,3%, fruto do aumento de 2,3% de veículos leves e 2,5% de pesados.
“Em abril, o fluxo de veículos nas praças pedagiadas da ABCR cresceu na série dessazonalizada, impulsionado sobretudo pelos veículos leves, favorecidos pelo feriado prolongado de Tiradentes. O cenário econômico combina fatores positivos, como mercado de trabalho resiliente e aumento da renda, e fatores negativos, como inflação de serviços, combustíveis mais caros, crédito restrito e alto endividamento. Nos próximos meses, será importante observar se o aumento se sustenta ou se reverte com o fim do efeito do feriado”, comentam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert.
“O fluxo de veículos pesados recuou na margem, devolvendo parte da alta acumulada nos últimos três meses, já refletindo os primeiros impactos do encarecimento do diesel. Esse movimento exige acompanhamento, tanto pelos efeitos em cadeia sobre custos de insumos quanto pela incerteza sobre o grau de mitigação via medidas governamentais. Ainda assim, fatores estruturais, como o avanço do comércio eletrônico e da demanda logística, seguem sustentando a resiliência do segmento", pontuam.
Estados - Em São Paulo, o fluxo pedagiado total de veículos cresceu 1,4% em abril, na série dessazonalizada. Nesse mesmo critério, os leves apresentaram alta de 2,5% e passados queda de 0,6%.
Em relação ao mesmo período de 2025, o índice total registrou alta de 3,0%. O fluxo pedagiado de veículos leves avançou 2,8% e pesados 3,3%.
No acumulado em 12 meses, o índice total registrou avanço de 1,9%, refletindo altas de 1,9% no fluxo de veículos leves e de 2,1% no de pesados
No Rio de Janeiro, o fluxo total apresentou estabilidade comparado a março na série dessazonalizada. O resultado decorreu da alta de 0,3% em leves e queda de 3,8% em pesados.
Na comparação com abril de 2025, o índice total registrou alta de 5,0%, resultado dos avanços de 5,4% nos veículos leves e 3,3% nos veículos pesados.
Nos últimos 12 meses, o índice total cresceu 1,5%. O fluxo pedagiado de veículos leves acumulou alta de 1,3% e o fluxo de pesados, de 2,4%.
18 de junho 2026
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