Folha de S.Paulo
08/08/2025 13h18 | Atualizada em 14/08/2025 04h45
Em decisão divulgada hoje (8), o governo federal vetou 63 pontos da lei que flexibiliza e simplifica o licenciamento ambiental.
O governo vai enviar um novo projeto de lei para discutir os pontos mais sensíveis da proposta com o Congresso Nacional mais uma vez, e editou uma Medida Provisória para fazer com que a LAE (Licença Ambiental Especial) passe a valer imediatamente.
Entre os pontos atingidos está a LAC (Licença por Adesão e Compromisso), tipo de licença no qual empreendimentos de pequeno e médio porte podem ser autorizados diante do compromisso do empreendedor em respeitar exigências ambientais.
Também foi alvo da medida a LAE
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Em decisão divulgada hoje (8), o governo federal vetou 63 pontos da lei que flexibiliza e simplifica o licenciamento ambiental.
O governo vai enviar um novo projeto de lei para discutir os pontos mais sensíveis da proposta com o Congresso Nacional mais uma vez, e editou uma Medida Provisória para fazer com que a LAE (Licença Ambiental Especial) passe a valer imediatamente.
Entre os pontos atingidos está a LAC (Licença por Adesão e Compromisso), tipo de licença no qual empreendimentos de pequeno e médio porte podem ser autorizados diante do compromisso do empreendedor em respeitar exigências ambientais.
Também foi alvo da medida a LAE (Licença Ambiental Especial), que permite ao governo federal escolher projetos prioritários, por meio de um conselho político, que passam por uma análise de seus impactos e ignora possíveis riscos ambientais.
Estes e outros pontos mais polêmicos devem ser tratados em um projeto de lei com urgência constitucional, que será enviado ao Congresso para serem novamente debatidos.
Na combinação de vetos e projeto de lei, a LAC será mantida, mas de uma forma mais restrita, valendo apenas para os empreendimentos de baixo potencial poluente – pela redação do Congresso, serviria também para casos de médio potencial.
A avaliação dos ministérios é que a simplificação proposta na LAC alivia as equipes de licenciamento pelo Brasil.
Já no caso da LAE, o entendimento técnico do governo foi que o principal problema é ser monofásica, mas que a priorização de empreendimentos estratégicos já acontecia, por exemplo, para o PAC (Programa de Aceleração ao Crescimento).
Ao passar esse ponto para uma medida provisória, o governo faz com que ela já passe a valer imediatamente.
No entanto, com os vetos, esse processo deixa de ser monofásico, passando a prever um reforço da equipe técnica para analisar tais empreendimentos de forma mais rápida.
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