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25 de novembro de 2021
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Geocycle transforma em combustível 62 mil quilos de resíduos

Parceria entre a empresa da LafargeHolcim e Associação de Catadores de Pedro Leopoldo (Ascapel) permite aproveitamento de materiais não-recicláveis como combustível
Fonte: Acessória de imprensa

A Geocycle, empresa da LafargeHolcim, vem expandindo sua parceria com a Associação de Catadores de Pedro Leopoldo (Ascapel).

Desde setembro de 2020, resíduos industriais e urbanos recolhidos pela associação nas coletas seletivas e que não podem ser reciclados são transformados em combustível alternativo para utilização nos fornos de cimento da LafargeHolcim. Com isso, desde o início da parceria, 62 mil quilos de resíduos deixaram de ir para o aterro sanitário.

"Construimos uma parceria perene com a Ascapel, em linha com nosso compromisso de desenvolvimento sustentável dos negócios e com as comunidades em que atuamos. No caso dessa ação, juntos, trouxemos um imenso ganho ambiental para a cidade. Por meio do coprocessamento, recuperamos a energia térmica dos rejeitos, gerando combustível alternativo para a indústria e impedindo que os resíduos sejam destinados ao aterro sanitário. Ao longo do processo, também realizamos um trabalho de orientação sobre que tipo de material pode ou não ser coprocessado", explica Aline Aleme, executiva comercial Geocycle.

A Ascapel recolhe o material reciclável separado pelos moradores, em suas residências, e nos Muros Inteligentes, edificações que funcionam como pontos de coleta seletiva, com espa&c...


A Geocycle, empresa da LafargeHolcim, vem expandindo sua parceria com a Associação de Catadores de Pedro Leopoldo (Ascapel).

Desde setembro de 2020, resíduos industriais e urbanos recolhidos pela associação nas coletas seletivas e que não podem ser reciclados são transformados em combustível alternativo para utilização nos fornos de cimento da LafargeHolcim. Com isso, desde o início da parceria, 62 mil quilos de resíduos deixaram de ir para o aterro sanitário.

"Construimos uma parceria perene com a Ascapel, em linha com nosso compromisso de desenvolvimento sustentável dos negócios e com as comunidades em que atuamos. No caso dessa ação, juntos, trouxemos um imenso ganho ambiental para a cidade. Por meio do coprocessamento, recuperamos a energia térmica dos rejeitos, gerando combustível alternativo para a indústria e impedindo que os resíduos sejam destinados ao aterro sanitário. Ao longo do processo, também realizamos um trabalho de orientação sobre que tipo de material pode ou não ser coprocessado", explica Aline Aleme, executiva comercial Geocycle.

A Ascapel recolhe o material reciclável separado pelos moradores, em suas residências, e nos Muros Inteligentes, edificações que funcionam como pontos de coleta seletiva, com espaços para cada tipo de resíduo (metal, papel, plástico) e instalados nas escolas públicas.

Os muros foram criados pelo Recoa – Rede Comunitária em Ação, implementada na cidade com a ajuda do Instituto LafargeHolcim, em janeiro de 2014. A partir daí, a associação seleciona o que não pode ser reciclado e a Geocycle recolhe o material e processa em trituradores, transformando os resíduos em combustível para os fornos de cimento da LafargeHolcim.

O processo segue os altos padrões de análise, controles e manejo dos resíduos. A parceria entre a empresa e a Ascapel foi firmada em setembro de 2020.

"A nossa maior preocupação é com o meio ambiente. Nós estávamos recebendo por meio da coleta muitos materiais não recicláveis, como pacotes de biscoitos, isopor, rótulos de embalagens e papéis não recicláveis, que acabariam indo para o aterro. Com o apoio da Geocycle, estamos evitando isso, e poder compartilhar isso é de grande valia", afirma Marilene, presidente da Ascapel.

“Ao coletar os materiais não passíveis de reciclagem, originados da atividade de triagem realizada pela Ascapel, a Geocycle promove a redução do volume/peso de resíduos que são encaminhados ao Aterro Sanitário de Macaúbas, o que representa economia de recursos financeiros para o município que paga, por peso, pela disposição final no aterro de Sabará. Outro benefício é a transformação de resíduos (lixo) em energia para a indústria, o que implica na redução do consumo de recursos naturais", explica o secretário municipal de Meio Ambiente de Pedro Leopoldo, Mauro Lobato.

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